Veja vocês: essa ação da AABA tem muito a percorrer, e, bem ali na frente poderá encontrar adversário muitíssimo poderoso: a Advocacia-Geral da União (AGU).
Quando os novos planos forem implantados, haverá a liquidação ou retirada de patrocínio com relação aos não aderentes e todas as ações impetradas pelos que não aderiram estarão a cargo da AGU e não mais do BASA e CAPAF.
Isso aconteceu com a AERUS, que ganhou uma liminar obrigando a UNIÃO a arcar com um aporte financeiro. Quem estava na parada era (e ainda é) a AGU. Vai daqui, vai dali, a União não fez o aporte, muito embora a determinação da justiça, e não demorou muito a liminar caiu. Por isso a situação de penúria e miséria que os associados da AERUS (que não tem outras fontes de renda) estão vivendo.
Quando a AGU assumir a defesa das ações contra o BASA (pois o Banco é federal), as ações em curso e outras que forem impetradas poderão levar muito, mais muito tempo mesmo para uma decisão final.
Estamos falando de aposentados, ou seja, pessoas com mais de meio caminho rodado, corpos e mentes enfraquecidos pelas labutas da vida.
Agüentarão essas pessoas muito tempo? Haverá alguma associação ou entidade de classe com disposição e recursos suficientes para ajudá-los na compra de remédios e comida ou sequer um leitinho para os netos?
Ora, vamos ser razoáveis.
O Banco e a União tem sim a obrigação de fazer um aporte financeiro num montante tal que permita à CAPAF resolver os problemas e caminhar com suas próprias pernas. Mas é vital que se estanque essa sangria monstruosa de recursos, pois, caso contrário, num futuro brevíssimo estaremos novamente liquidados.
Já disseram aqui que o BASA não é um órgão filantrópico. E eu acredito nisso.
Abraços.
Francisco L. Neto
Quando os novos planos forem implantados, haverá a liquidação ou retirada de patrocínio com relação aos não aderentes e todas as ações impetradas pelos que não aderiram estarão a cargo da AGU e não mais do BASA e CAPAF.
Isso aconteceu com a AERUS, que ganhou uma liminar obrigando a UNIÃO a arcar com um aporte financeiro. Quem estava na parada era (e ainda é) a AGU. Vai daqui, vai dali, a União não fez o aporte, muito embora a determinação da justiça, e não demorou muito a liminar caiu. Por isso a situação de penúria e miséria que os associados da AERUS (que não tem outras fontes de renda) estão vivendo.
Quando a AGU assumir a defesa das ações contra o BASA (pois o Banco é federal), as ações em curso e outras que forem impetradas poderão levar muito, mais muito tempo mesmo para uma decisão final.
Estamos falando de aposentados, ou seja, pessoas com mais de meio caminho rodado, corpos e mentes enfraquecidos pelas labutas da vida.
Agüentarão essas pessoas muito tempo? Haverá alguma associação ou entidade de classe com disposição e recursos suficientes para ajudá-los na compra de remédios e comida ou sequer um leitinho para os netos?
Ora, vamos ser razoáveis.
O Banco e a União tem sim a obrigação de fazer um aporte financeiro num montante tal que permita à CAPAF resolver os problemas e caminhar com suas próprias pernas. Mas é vital que se estanque essa sangria monstruosa de recursos, pois, caso contrário, num futuro brevíssimo estaremos novamente liquidados.
Já disseram aqui que o BASA não é um órgão filantrópico. E eu acredito nisso.
Abraços.
Francisco L. Neto
