Confesso aos senhores e senhoras deste espaço que já estou perdendo minha capacidade de paciência.
No banco e em pleno gozo da faculdade de discernir, sempre decidi, ou tentei decidir para o melhor para minha empresa, pensando no seu desempenho e na sua continuidade.
Nunca fui romântico. Os tempos eram outros. Tinha uma ideal, um objetivo: crescer junto com a empresa. Crescendo juntos, eu teria melhores condições de galgar cargos mais elevados.
Era assim que eu pensava, era assim que eu agia. Assim o fiz até a chegada do gongo. Consciência plena do dever cumprido, sem traumas. Sem remorso.
De pijama, vejo que as coisas mudaram.
Privilegia-se, hoje, a bajulação e dane-se a competência. A força política abafa, esconde as coisas direitas.
É o retrato do péssimo desempnho do BASA, é o retrato da falência da CAPAF e é a antevisão da bancarrota da CASF.
Os valores foram invertidos.
Nos bons tempos em que se valoriza a competência, Abidias nenhum teria o prazer de se sentar na cadeira do presidente do Banco da Amazônia, muito menos marcar audiência para eventual conversa.
De festas e fanfarras, estamos cheios.
De péssimos desempenhos, estamos de barriga cheia. Basta.
O banco não quebra porque goza dos mesmos privilégios da Receita Federal. É a mesma lei, a mesma regra. É imune a resultados negativos.
Por outro lado, a CASF não goza dessa imunidade. Enquanto o BASA pode ser sustentado pelo Tesouro Nacional, a CASF vive às custas do nosso dinheirinho, suado, minguado e pingado.
Até quando ?
Se está faltando macho para essa luta, podem me chamar...!
(OBS: coitado de mim, alquebrado, quase cadeirante, oferecendo ajuda !)
Meu abraço e estamos juntos e misturados
Evandro Show, apolítico e apartidário
No banco e em pleno gozo da faculdade de discernir, sempre decidi, ou tentei decidir para o melhor para minha empresa, pensando no seu desempenho e na sua continuidade.
Nunca fui romântico. Os tempos eram outros. Tinha uma ideal, um objetivo: crescer junto com a empresa. Crescendo juntos, eu teria melhores condições de galgar cargos mais elevados.
Era assim que eu pensava, era assim que eu agia. Assim o fiz até a chegada do gongo. Consciência plena do dever cumprido, sem traumas. Sem remorso.
De pijama, vejo que as coisas mudaram.
Privilegia-se, hoje, a bajulação e dane-se a competência. A força política abafa, esconde as coisas direitas.
É o retrato do péssimo desempnho do BASA, é o retrato da falência da CAPAF e é a antevisão da bancarrota da CASF.
Os valores foram invertidos.
Nos bons tempos em que se valoriza a competência, Abidias nenhum teria o prazer de se sentar na cadeira do presidente do Banco da Amazônia, muito menos marcar audiência para eventual conversa.
De festas e fanfarras, estamos cheios.
De péssimos desempenhos, estamos de barriga cheia. Basta.
O banco não quebra porque goza dos mesmos privilégios da Receita Federal. É a mesma lei, a mesma regra. É imune a resultados negativos.
Por outro lado, a CASF não goza dessa imunidade. Enquanto o BASA pode ser sustentado pelo Tesouro Nacional, a CASF vive às custas do nosso dinheirinho, suado, minguado e pingado.
Até quando ?
Se está faltando macho para essa luta, podem me chamar...!
(OBS: coitado de mim, alquebrado, quase cadeirante, oferecendo ajuda !)
Meu abraço e estamos juntos e misturados
Evandro Show, apolítico e apartidário
