Com todo o respeito ao prezado Kleber, permito-me dizer que o momento que todos atravessamos em relação à CAPAF envolve inúmeros e delicados componentes emocionais que explicam, justificando ou não, determinadosafetando comportamentos individuais. O estado de tensão na maioria dos envolvidos atingiu níveis jamais imaginados e, talvez por isso, em alguns casos, certas postagens podem parecer molecagem de irresponsáveis com um teclado à mão, algo a ser melhor e pontualmente averiguado.
Ao assim entender, apoio-me na certeza de ser um dos mais atacados, não apenas por ser contrário aos Planos Saldados da CAFAF, mas por defender, convictamente, que o saneamento da Entidade não exige, necessariamente, a implantação de novos planos, mas a correção dos atuais, com a devida responsabilização de quem de direito, em face das causas que levaram a CAPAF situação presente. É o que tenho exposto em tudo o que digo e escreve (devidamente assinado) a respeito do assunto, não no atual momento, mas no próprio âmbito do Conselho Deliberativo, onde, como membro eleito, lá estive representando os participantes assistidos. E ao defender esse ponto de vista o faço alinhado aos princípios do bom direito, também acolhido pela PREVIC ao instituir Comissão de Inquérito para apurar as causas e responsabilidades que levaram a CAPAF ao regime de Intervenção. Mais ainda porque reacionário a toda e qualquer ação que alimente a impunidade que historicamente grassa o nosso território pátrio, principalmente aquelas que afetam dignidade da criatura humana.
De outro lado, entendo também que os que defendem a implantação dos Planos Saldados o fazem no livre e democrático direito de sustentar os seus pontos de vista. Com a prestimosa vênia do Kleber, o que não me parece razoável é esperar que a consciência daqueles que defendeu uma ou outra das bandeiras ora desfraldadas, o fazendo sob o capuz do anonimato, seja suficiente para desacelerar as tensões. Afinal, é difícil acreditar em consciência de anônimos, principalmente quando tratam de assunto do interesse de uma comunidade fragilizada pelas circunstâncias que envolvem o caso CAPAF, quando, parece óbvio, a identificação plena dos defensores de cada corrente, como a credibilidade que possam emprestar ao seu argumento, poderia contribuir objetivamente para que a decisão final sobre a questão CAPAF fosse a mais satisfatória possível.
por Madison Paz de Souza
Ao assim entender, apoio-me na certeza de ser um dos mais atacados, não apenas por ser contrário aos Planos Saldados da CAFAF, mas por defender, convictamente, que o saneamento da Entidade não exige, necessariamente, a implantação de novos planos, mas a correção dos atuais, com a devida responsabilização de quem de direito, em face das causas que levaram a CAPAF situação presente. É o que tenho exposto em tudo o que digo e escreve (devidamente assinado) a respeito do assunto, não no atual momento, mas no próprio âmbito do Conselho Deliberativo, onde, como membro eleito, lá estive representando os participantes assistidos. E ao defender esse ponto de vista o faço alinhado aos princípios do bom direito, também acolhido pela PREVIC ao instituir Comissão de Inquérito para apurar as causas e responsabilidades que levaram a CAPAF ao regime de Intervenção. Mais ainda porque reacionário a toda e qualquer ação que alimente a impunidade que historicamente grassa o nosso território pátrio, principalmente aquelas que afetam dignidade da criatura humana.
De outro lado, entendo também que os que defendem a implantação dos Planos Saldados o fazem no livre e democrático direito de sustentar os seus pontos de vista. Com a prestimosa vênia do Kleber, o que não me parece razoável é esperar que a consciência daqueles que defendeu uma ou outra das bandeiras ora desfraldadas, o fazendo sob o capuz do anonimato, seja suficiente para desacelerar as tensões. Afinal, é difícil acreditar em consciência de anônimos, principalmente quando tratam de assunto do interesse de uma comunidade fragilizada pelas circunstâncias que envolvem o caso CAPAF, quando, parece óbvio, a identificação plena dos defensores de cada corrente, como a credibilidade que possam emprestar ao seu argumento, poderia contribuir objetivamente para que a decisão final sobre a questão CAPAF fosse a mais satisfatória possível.
por Madison Paz de Souza
