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Greve: Na capital, bancários aceitam proposta do Banco da Amazônia PDF Imprimir E-mail
Qui, 20 de Outubro de 2011 23:41
Basa_-_Elmira_e_Jorge_LuizNo 24º dia de greve dos funcionários do Banco da Amazônia, a direção do Banco da Amazônia apresentou uma nova proposta em negociação com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, em Belém.
Na proposta específica, apresentada na manhã desta quinta-feira, o Banco da Amazônia reafirmou que seguirá o reajuste da Fenaban de 9% sobre todas as verbas (aumento real de 1,5% acima da in?ação) e o não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 17 de dezembro, na mesma fórmula do ano passado (compensar 1h da jornada para cada 2h de greve).
O banco propõe também valorização do piso salarial, que passará de R$ 1.252,00 para R$ 1.520,00 (aumento de 21,32%), sem reflexo na tabela do plano de carreira.
Quanto ao modelo de PLR, o Banco da Amazônia irá adotar a mesma fórmula do ano passado (6,25% do lucro líquido + 3% de PLR social), com a seguinte distribuição: 40% linear e 60% proporcional à remuneração, havendo uma antecipação de PLR no valor de R$ 500,00.
Por força da greve e pressão das entidades sindicais, o banco se compromete a implantar o ponto eletrônico na vigência do acordo (havendo uma tolerância para a implementação até dezembro de 2012).
A proposta da instituição foi levada para apreciação dos bancários. Na capital acreana, os bancários resolveram aceitar a proposta, assim com as agências abrindo para o público a partir das 8h da manhã desta sexta-feira.
Na matriz do Banco da Amazônia, na cidade de Belém (PA), os bancários rejeitaram a proposta e a greve continua nesta sexta-feira.
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Qui, 20 de Outubro de 2011 23:41
Basa_-_Elmira_e_Jorge_LuizNo 24º dia de greve dos funcionários do Banco da Amazônia, a direção do Banco da Amazônia apresentou uma nova proposta em negociação com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, em Belém.
Na proposta específica, apresentada na manhã desta quinta-feira, o Banco da Amazônia reafirmou que seguirá o reajuste da Fenaban de 9% sobre todas as verbas (aumento real de 1,5% acima da in?ação) e o não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 17 de dezembro, na mesma fórmula do ano passado (compensar 1h da jornada para cada 2h de greve).
O banco propõe também valorização do piso salarial, que passará de R$ 1.252,00 para R$ 1.520,00 (aumento de 21,32%), sem reflexo na tabela do plano de carreira.
Quanto ao modelo de PLR, o Banco da Amazônia irá adotar a mesma fórmula do ano passado (6,25% do lucro líquido + 3% de PLR social), com a seguinte distribuição: 40% linear e 60% proporcional à remuneração, havendo uma antecipação de PLR no valor de R$ 500,00.
Por força da greve e pressão das entidades sindicais, o banco se compromete a implantar o ponto eletrônico na vigência do acordo (havendo uma tolerância para a implementação até dezembro de 2012).
A proposta da instituição foi levada para apreciação dos bancários. Na capital acreana, os bancários resolveram aceitar a proposta, assim com as agências abrindo para o público a partir das 8h da manhã desta sexta-feira.
Na matriz do Banco da Amazônia, na cidade de Belém (PA), os bancários rejeitaram a proposta e a greve continua nesta sexta-feira.
