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Ao Raimundo Nonato Costa Ao Raimundo Nonato Costa enviado em 26/10/2012 as 02:00
O problema, meu caro Costa, é que o Plano BD só divino e maravilhoso para os empregados do Banco admitidos até dezembro de 1974, na vigência da Portaria 375. Para os admitidos a partir de janeiro de 1975 ficou somente a raspa da panela. Pior ainda para o pessoal admitido desde 1987 (grupo no qual me incluo), que nem DIREITO a previdência complementar tem. E olha que esses representam a maioria dos empregados da ativa do Banco.

É verdade que para esses novos empregados, há o tal do PrevAmazônia. Ocorre que o consultor da Deloitte falou que esse tal de projeto de reestruturação da Capaf é como uma casa de dois andares. No 1º andar está o Plano Saldado (para abrigar os aposentados e aos atuais participantes da Capaf). No 2º andar está o PrevAmazônia. Se o 1º andar não for construído não será possível construir o 2º andar. Ou seja, enquanto perdurar a briga judicial da AABA e Sindicato contra o Banco, nós vamos continuar ao relento, sem previdência complementar, para o nosso azar.

É por isso que eu sugiro que o Banco contrate outro fundo de pensão (BB Previdência, FUNCEF, PETROS) para administrar o PrevAmazônia. A atual legislação já permite isso. A vantagem é que o Banco separaria as duas massas de participantes. Deixaria a confusão dos atuais participantes com a Capaf e começaria vida nova para os novos empregados num novo fundo de pensão melhor qualificado para administrar nossos recursos. Simples assim.
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