Mais uma vez, a categoria presente na Sede do Sindicato dos Bancários do Tocantins foi unânime em dizer NÃO à indecorosa proposta que tinha como objetivo finalizar a greve. Isso demonstra o quanto a base da categoria tocantinense está focada na Pauta que trata das Cláusulas Específicas:
1. Novo PCS;
2. Isonomia de Piso Salarial com os demais bancos públicos federais;
3. Ponto Eletrônico;
4. Reajuste no reembolso do Plano de Saúde;
5. Isenção de Tarifas para os Empregados;
6. Retorno do Programa de Educação Continuada;
7. Isonomia de acesso do Quadro de Apoio a Funções Comissionadas;
8. Revisão do Novo Modelo de Negócios do Banco;
9. Revogação da NP 118;
10. Revogação do Seguro Para os alto-executivos do Banco.
É difícil de absorver por que a Diretoria e a Comissão de Negociação salarial insistem em valorizar somente o piso salarial de ingresso, ou seja, o piso do TB1. Pelos cálculos efetuados, o TB1 entra ganhando mais que o TB2 e após dois anos de efetivo exercício, como gratificação e recompensa pelo árduo trabalho prestado perde-se os R$ 154,40, concedido como vantagem de caráter pessoal.
Isso pode ser um prato cheio para demanda jurídica e até mesmo um ponto importante para decisão do judicial, caso o Banco tente solucionar os conflitos da greve em dissídio coletivo.
Não se compreende também por que a Diretoria do Banco fala da implantação do sistema de ponto eletrônico durante a vigência do acordo e na impossibilidade, no máximo até o final do ano de 2012, sendo que a obrigatoriedade da utilização do Registrador de Ponto Eletrônico - RPE começa a partir de 1º de janeiro de 2012, sendo este prazo improrrogável, conforme Portaria nº. 1.979, de 30 de setembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União n.º 190, em 03 de outubro de 2011, p. 129.
Estar difícil haver negociação, sem que haja avanços principalmente nos quatro primeiros itens da pauta especifica. A categoria vai continuar dizendo NÃO às propostas que não atendam os seus anseios e a greve CONTINUA.
A.A.G
1. Novo PCS;
2. Isonomia de Piso Salarial com os demais bancos públicos federais;
3. Ponto Eletrônico;
4. Reajuste no reembolso do Plano de Saúde;
5. Isenção de Tarifas para os Empregados;
6. Retorno do Programa de Educação Continuada;
7. Isonomia de acesso do Quadro de Apoio a Funções Comissionadas;
8. Revisão do Novo Modelo de Negócios do Banco;
9. Revogação da NP 118;
10. Revogação do Seguro Para os alto-executivos do Banco.
É difícil de absorver por que a Diretoria e a Comissão de Negociação salarial insistem em valorizar somente o piso salarial de ingresso, ou seja, o piso do TB1. Pelos cálculos efetuados, o TB1 entra ganhando mais que o TB2 e após dois anos de efetivo exercício, como gratificação e recompensa pelo árduo trabalho prestado perde-se os R$ 154,40, concedido como vantagem de caráter pessoal.
Isso pode ser um prato cheio para demanda jurídica e até mesmo um ponto importante para decisão do judicial, caso o Banco tente solucionar os conflitos da greve em dissídio coletivo.
Não se compreende também por que a Diretoria do Banco fala da implantação do sistema de ponto eletrônico durante a vigência do acordo e na impossibilidade, no máximo até o final do ano de 2012, sendo que a obrigatoriedade da utilização do Registrador de Ponto Eletrônico - RPE começa a partir de 1º de janeiro de 2012, sendo este prazo improrrogável, conforme Portaria nº. 1.979, de 30 de setembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União n.º 190, em 03 de outubro de 2011, p. 129.
Estar difícil haver negociação, sem que haja avanços principalmente nos quatro primeiros itens da pauta especifica. A categoria vai continuar dizendo NÃO às propostas que não atendam os seus anseios e a greve CONTINUA.
A.A.G
