“Adversários político-ideológicos”
Em postagem do ultimo dia 1º, o dinâmico Peron expõe uma linha de raciocínio que combate a empáfia do Sr. “João Almeida” ao insinuar que a falência do Plano BD da CAPAF decorreu da minha conivência ao aprovar as contas da CAPAF e ao ter deixado de apresentar propostas, no citado Conselho, que viesses a evitar o estado atual da CAPAF, já em regime de Intervenção.
Ainda na mesma postagem, logo ao início, Peron lamenta que “João Almeida” e Madison são adversários político-ideológicos” e que “.É uma pena não poder ter essas duas competências unidas do nosso lado. Afinal ,ao disputarem entre si, fatalmente ,um deles, estará fazendo o jogo do nosso inimigo comum”.
A esse respeito, preciso dizer que o antagonismo em questão data desde o momento em que, por motivos que só ao “João Almeida” caberia explicar - se assim desejasse, abandonou (ele) o discurso em defesa das mesmas posições que sempre adotei em relação à problemática da CAPAF, enveredando pelos caminhos contrários, ortodoxamente alinhado aos interesses dos efetivos responsáveis pela situação a que chegou a CAPAF.
Preciso ainda dizer que, definitivamente, não sou adversário político-ideológico do Sr. “João Almeida”. Apenas mantenho a minha convicção a respeito do caso CAPAF, livre de ideologias de qualquer ordem, mas, tão somente atrelado à verdade dos fatos que emolduram a questão. Talvez, quem sabe, equivocado em algum detalhe, posto que não sou o dono da verdade mas substancialmente colacionadas as minhas posições ao mérito da questão. Assim não fosse, certamente a PREVIC não estaria demonstrando, como o faz através das sucessivas prorrogações da Intervenção na CAPAF, as extremas dificuldades que está encontrando para liquidar a Caixa, diante do perfil conjuntural que as circunstâncias revelam, nele presentes:
- PRIMEIRO, um plano (o BD) exaurido quanto as reservas garantidoras dos benefícios prometidos, mas JUDICIALMENTE (por Sentença de Mérito) reconhecido, por assim dizer, um simples provedor de benefícios trabalhistas pós laboral, posto que derivados do contrato de trabalho entre o BASA e os participantes e assistidos vinculados ao “plano”;
- SEGUNDO, um plano de CD, mascaradamente denominado de Plano Misto sob a denominação AMAZONVIDA, dotado de solvência econômico-financeira dotada de vigor suficiente para garantir os benefícios prometidos, não obstante necessite de um plano de recuperação para corrigir o déficit técnico que já vem apresentando desde 2010, malfadadas as custas que tal recuperação imputará aos participantes, tal como as forças de oposição à implantação do citado plano, em 2001, tiveram a denodada preocupação de antever aos então postulantes ao AMAZONVIDA; e
- TERCEIRO, um contingente de cerca de 1.800 empregados em atividade no BASA que continuam sem o plano de previdência que lhes foi prometido nos editais de concurso enquanto, ao mesmo tempo, um novo plano a eles destinado - o PREV AMAZONIA, já foi autorizado pela PREVIC, encontrando-se registrado no Cadastro Nacional de Planos de Previdência, desde novembro de 2010, sendo, contudo, a sua implantação postergada sob o nítido propósito te favorecer o “sonho de consumo do BASA/PREVIC” qual seja a implantação dos planos saldados.
Em postagem do ultimo dia 1º, o dinâmico Peron expõe uma linha de raciocínio que combate a empáfia do Sr. “João Almeida” ao insinuar que a falência do Plano BD da CAPAF decorreu da minha conivência ao aprovar as contas da CAPAF e ao ter deixado de apresentar propostas, no citado Conselho, que viesses a evitar o estado atual da CAPAF, já em regime de Intervenção.
Ainda na mesma postagem, logo ao início, Peron lamenta que “João Almeida” e Madison são adversários político-ideológicos” e que “.É uma pena não poder ter essas duas competências unidas do nosso lado. Afinal ,ao disputarem entre si, fatalmente ,um deles, estará fazendo o jogo do nosso inimigo comum”.
A esse respeito, preciso dizer que o antagonismo em questão data desde o momento em que, por motivos que só ao “João Almeida” caberia explicar - se assim desejasse, abandonou (ele) o discurso em defesa das mesmas posições que sempre adotei em relação à problemática da CAPAF, enveredando pelos caminhos contrários, ortodoxamente alinhado aos interesses dos efetivos responsáveis pela situação a que chegou a CAPAF.
Preciso ainda dizer que, definitivamente, não sou adversário político-ideológico do Sr. “João Almeida”. Apenas mantenho a minha convicção a respeito do caso CAPAF, livre de ideologias de qualquer ordem, mas, tão somente atrelado à verdade dos fatos que emolduram a questão. Talvez, quem sabe, equivocado em algum detalhe, posto que não sou o dono da verdade mas substancialmente colacionadas as minhas posições ao mérito da questão. Assim não fosse, certamente a PREVIC não estaria demonstrando, como o faz através das sucessivas prorrogações da Intervenção na CAPAF, as extremas dificuldades que está encontrando para liquidar a Caixa, diante do perfil conjuntural que as circunstâncias revelam, nele presentes:
- PRIMEIRO, um plano (o BD) exaurido quanto as reservas garantidoras dos benefícios prometidos, mas JUDICIALMENTE (por Sentença de Mérito) reconhecido, por assim dizer, um simples provedor de benefícios trabalhistas pós laboral, posto que derivados do contrato de trabalho entre o BASA e os participantes e assistidos vinculados ao “plano”;
- SEGUNDO, um plano de CD, mascaradamente denominado de Plano Misto sob a denominação AMAZONVIDA, dotado de solvência econômico-financeira dotada de vigor suficiente para garantir os benefícios prometidos, não obstante necessite de um plano de recuperação para corrigir o déficit técnico que já vem apresentando desde 2010, malfadadas as custas que tal recuperação imputará aos participantes, tal como as forças de oposição à implantação do citado plano, em 2001, tiveram a denodada preocupação de antever aos então postulantes ao AMAZONVIDA; e
- TERCEIRO, um contingente de cerca de 1.800 empregados em atividade no BASA que continuam sem o plano de previdência que lhes foi prometido nos editais de concurso enquanto, ao mesmo tempo, um novo plano a eles destinado - o PREV AMAZONIA, já foi autorizado pela PREVIC, encontrando-se registrado no Cadastro Nacional de Planos de Previdência, desde novembro de 2010, sendo, contudo, a sua implantação postergada sob o nítido propósito te favorecer o “sonho de consumo do BASA/PREVIC” qual seja a implantação dos planos saldados.
