Mercador de ilusão!
Parece que finalmente começou a “cair a ficha” dos escudeiros de plantão.
Muitos estão considerando até prematuro o desfecho da greve, com a aprovação, em assembléia, da proposta oferecida pelo Banco.
Amigos bancreveanos! Nossa análise nos permite afirmar que o desfecho não foi prematuro e muito menos por razões desconhecidas.
O pseudo-líder posicionou-se a frente do pelotão para auferir as vantagens que as mazelas da comunidade lhe pudessem proporcionar, ou seja, atingir seus objetivos pessoais. Feito isso, não existia mais razão para se prolongar a greve.
Todos sabem que a greve do ano passado não trouxe uma “boa repercussão”, e o resultado (trocar 9% por 10%) foi ainda pior. E, para não manchar sua gestão, ou se preferirem, sua carreira política, afinal, dirigir uma associação de empregados pode ser um bom trampolim político, e como tal, servir aos seus propósitos, por isso, chegou-se ao “consenso” que o melhor era por fim a greve. Ainda bem! Já pensaram se o reajuste passasse para 5%?
Fazendo uma leitura macro da situação, caso se confirme nas urnas os resultados das pesquisas eleitorais para a prefeitura de Belém, não se surpreendam quando começarem a “abandonar o barco” rumo ao governo municipal.
Parece que finalmente começou a “cair a ficha” dos escudeiros de plantão.
Muitos estão considerando até prematuro o desfecho da greve, com a aprovação, em assembléia, da proposta oferecida pelo Banco.
Amigos bancreveanos! Nossa análise nos permite afirmar que o desfecho não foi prematuro e muito menos por razões desconhecidas.
O pseudo-líder posicionou-se a frente do pelotão para auferir as vantagens que as mazelas da comunidade lhe pudessem proporcionar, ou seja, atingir seus objetivos pessoais. Feito isso, não existia mais razão para se prolongar a greve.
Todos sabem que a greve do ano passado não trouxe uma “boa repercussão”, e o resultado (trocar 9% por 10%) foi ainda pior. E, para não manchar sua gestão, ou se preferirem, sua carreira política, afinal, dirigir uma associação de empregados pode ser um bom trampolim político, e como tal, servir aos seus propósitos, por isso, chegou-se ao “consenso” que o melhor era por fim a greve. Ainda bem! Já pensaram se o reajuste passasse para 5%?
Fazendo uma leitura macro da situação, caso se confirme nas urnas os resultados das pesquisas eleitorais para a prefeitura de Belém, não se surpreendam quando começarem a “abandonar o barco” rumo ao governo municipal.
