Ao "APLAUSOS PARA JOÃO ALMEIDA",está na cara que João Almeida e Madison são adversários político-ideológicos.É uma pena não poder ter essas duas competências unidas do nosso lado. Afinal ,ao disputarem entre si, fatalmente ,um deles,estará fazendo o jogo do nosso inimigo comum.Mas observe que há uma certa mística,uma névoa que paira sobre a visão de quem fala sobre aprovação de contas.Quando se faz auditoria de contas,audita-se as contas e não a decisão política de fazê-las.Se uma instituição compra um sofá, essa compra foi decidida por alguém habilitado a fazê-la.Se o presidente da empresa,no seu raio de ação,toma uma medida onerosa à empresa, a decisão foi dele.Era lícita.Ao órgão fiscalizador compete verificar se 2+2 deu 4.Nada mais.Se positivo,as contas têm que ser aprovadas.Se existia recurso e este foi aplicado naquele ato, comprovadamente,não há como recusar a prestação de contas.Os Tribunais de Contas vivem dando bênçãos às sucessivas Administrações,por mais falidas que sejam,por que?Porque 2+2 deu 4.Quem barra uma decisão infeliz? No caso da CAPAF,CASF,BASA,etc.são seus órgãos colegiados POR MAIORIA.Ou suas agências fiscalizadoras PREVIC, ANS,Conselho de Acionistas,Assembléias ordinária e extraordinária.E,por fim, polícia e justiça.Não tenho procuração para defender o sr.Madison, nem Ximenes,nem Sidou.Mas,sem dúvida, esse sistema de aprovação de contas pura e simplesmente não basta para se evitar os descalabros que temos presenciado ultimamente.
Gratos e até a próxima.
Peron Dir.Reg.AEBA DF/SP
5566-SP
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