BASA - CAPAF - CASF
Eu tinha assumido compromisso comigo mesmo de não mais comentar neste espaço disponibilizado democraticamente pela AEBA. Somente ler e refletir os comentários, ataques e anedotas postados aqui.
Comentarei a tríplice aliança BASA-CAPAF-CASF.
Com relação ao BASA confesso que fiquei estarrecido com a declaração do colega Carlos Rodrigues, postada no dia 21/09/2012 a qual tomo a liberdade de republicar: "Resposta ao bancário sensato
21/09/2012
Caro Bancário Sensato (que tem medo de se identificar),
Como disse um(a) colega na postagem anterior: GREVE É UM DIREITO E NÃO UMA OBRIGAÇÃO, porém os benefícios conseguidos são para todos.
Eu gero resultado, me esforço para o alcance das metas e o que ganho: mais e mais serviço. Infelizmente no Banco se quisermos fazermos gestão das carteiras temos que criar planilhas (e dominar o Excel), pois o sistema que o banco dispõe não permite termos informações em tempo real. Por exemplo: se necessito obter informações sobre a inadimplência diária da minha carteira tenho que fazer o controle manual, pois o SIG CONTROPER emite com atraso de 30 dias.
Portanto, temos que reivindicar direitos sim, e o banco tem que proporcionar condições de trabalho, onde possamos produzir resultados, lucros, mas sem “stress”, bem como socializar este lucro (que você tanto versa).
Não sei se você trabalha ou já trabalhou em agência, mas nas agências, bem que tentamos produzir resultados, mas infelizmente levamos o dia todo para abrir uma simples conta poupança (imagine a “cara” de stress do cliente).
Ainda tem pessoas que afirmam com todas as letras que estamos no mesmo patamar dos demais bancos. É brincadeira...
Carlos Rodrigues"
Na década 90 fiquei à frente de uma Rede Novel 12.0 na cidade de Altamira por 4 anos e os controles externos à rede eram precários. A microinformática era um verdadeiro terror aos colegas... poucos ou quase ninguém dominava. O que me fez voltar a este espaço foi o colega Carlos Rodrigues enfatizar que ainda são feitos controles paralelos nos moldes de planilhas Excel, não desmerecendo esta poderosa ferramenta, mas querendo entender porque tanta euforia com a área de tecnologia do banco que não elimina esses controles paralelos. De 1999 para 2012 é um bom tempo...
A CASF com a imputação da cota extra deixou à mostra toda a incompetência generalizada. Não sei até quando esse fosso terá minhas verbas como contribuição. Do meu ponto de vista empírico sobre os planos de autogestão tenho a impressão de que tudo é moldado para beneficiar malfeitores. O plano fez água, participantes acionados para sanar déficit.
CAPAF - Este talvez seja o tema mais complexo para se comentar. Confesso que não entendi nada dos planos Saldados oferecidos pelo Patrocinador e pela CAPAF. Contribuo para essa CAIXA faz 33 anos. Contabilmente me falam que eu tenho um valor, mas "existentemente" no bolo não tem nada. Alguém aí com poderes além dos naturais para me ajudar a entender isso?
Eu tinha assumido compromisso comigo mesmo de não mais comentar neste espaço disponibilizado democraticamente pela AEBA. Somente ler e refletir os comentários, ataques e anedotas postados aqui.
Comentarei a tríplice aliança BASA-CAPAF-CASF.
Com relação ao BASA confesso que fiquei estarrecido com a declaração do colega Carlos Rodrigues, postada no dia 21/09/2012 a qual tomo a liberdade de republicar: "Resposta ao bancário sensato
21/09/2012
Caro Bancário Sensato (que tem medo de se identificar),
Como disse um(a) colega na postagem anterior: GREVE É UM DIREITO E NÃO UMA OBRIGAÇÃO, porém os benefícios conseguidos são para todos.
Eu gero resultado, me esforço para o alcance das metas e o que ganho: mais e mais serviço. Infelizmente no Banco se quisermos fazermos gestão das carteiras temos que criar planilhas (e dominar o Excel), pois o sistema que o banco dispõe não permite termos informações em tempo real. Por exemplo: se necessito obter informações sobre a inadimplência diária da minha carteira tenho que fazer o controle manual, pois o SIG CONTROPER emite com atraso de 30 dias.
Portanto, temos que reivindicar direitos sim, e o banco tem que proporcionar condições de trabalho, onde possamos produzir resultados, lucros, mas sem “stress”, bem como socializar este lucro (que você tanto versa).
Não sei se você trabalha ou já trabalhou em agência, mas nas agências, bem que tentamos produzir resultados, mas infelizmente levamos o dia todo para abrir uma simples conta poupança (imagine a “cara” de stress do cliente).
Ainda tem pessoas que afirmam com todas as letras que estamos no mesmo patamar dos demais bancos. É brincadeira...
Carlos Rodrigues"
Na década 90 fiquei à frente de uma Rede Novel 12.0 na cidade de Altamira por 4 anos e os controles externos à rede eram precários. A microinformática era um verdadeiro terror aos colegas... poucos ou quase ninguém dominava. O que me fez voltar a este espaço foi o colega Carlos Rodrigues enfatizar que ainda são feitos controles paralelos nos moldes de planilhas Excel, não desmerecendo esta poderosa ferramenta, mas querendo entender porque tanta euforia com a área de tecnologia do banco que não elimina esses controles paralelos. De 1999 para 2012 é um bom tempo...
A CASF com a imputação da cota extra deixou à mostra toda a incompetência generalizada. Não sei até quando esse fosso terá minhas verbas como contribuição. Do meu ponto de vista empírico sobre os planos de autogestão tenho a impressão de que tudo é moldado para beneficiar malfeitores. O plano fez água, participantes acionados para sanar déficit.
CAPAF - Este talvez seja o tema mais complexo para se comentar. Confesso que não entendi nada dos planos Saldados oferecidos pelo Patrocinador e pela CAPAF. Contribuo para essa CAIXA faz 33 anos. Contabilmente me falam que eu tenho um valor, mas "existentemente" no bolo não tem nada. Alguém aí com poderes além dos naturais para me ajudar a entender isso?
