E tem gente, funcionário(s) da CAPAF que esbanjam felicidade com a morte do bravo e valoroso Roberto Duarte, assim como a do Dr. Maia. Pensa(m) que a luta dos dois botavam em risco os seus empregos. É exatamente o contrário. A luta é por uma CAPAF renovada, para a segurança dos participantes e também dos empregos de cada colaborador da CAPAF que, diga-se de passagem, são profissionais de alto nível e nada tem a ver com a situação a que chegou a Caixa. Toda a culpa é do Banco. Nem dos funcionários, nem dos diretores nem dos Conselheiros Eleitos pelos participantes, como diz a Sra. Marli, sempre que atende um aderente ao novo plano.
