Escrevo pouco neste espaço, para respeitar os direitos dos associados, mas não posso me furtar nesse momento. A Diretoria do Banco, através de decisão unilateral estabeleceu como indexador o reajuste autorizado pela ANS para os planos de mercado. Com isso a diretoria busca evitar problemas no TST, como ocorreu no ano passado quando foi frontalmente contestada por aquele tribunal sobre o congelamento do reembolso. Está claro que é uma medida preventiva à GREVE, uma tentativa frágil de esvaziar o discurso principalmente da AEBA que tem cobrado muito por melhorias na política de saúde. Queríamos que a medida fosse mais profunda. Deixando de lado os diversos problemas outros da medida, seu principal desdobramento será condenar a CASF a perder mais associados e agravar ainda sua situação.
Porém, não podemos, nesse momento, prescindir da CASF sob pena de agravarmos ainda mais a situação dos empregados com mais de 40 anos e de termos que rediscutir o benefício pós-emprego, por exemplo, num plano Empresarial. Já um plano empresarial a partir da AEBA pode enfrentar como obstáculo a inadimplência. Em caso de inadimplência de associados a AEBA teria que garantir o repasse para o Plano, estamos falando de um montante de mais de 60 milhões por ano que para uma inadimplência de 1%, já alcança todo o orçamento da AEBA.
Ainda acredito que é possível resolver os principais problemas da CASF através de medidas de gestão. Não estou de acordo com o Rogério, meu amigo e companheiro de Marabá que defende a inviabilidade genética dos planos de autogestão. Para os mais jovens a CASF não é a melhor opção, mas para os mais velhos é a única opção. Gostaria muito que tomássemos uma decisão acima de tudo coletiva, por que a saída de cada um@ deixa os demais em mais dificuldades ainda.
Correndo o risco de ser impopular peço aos empregados do Banco, principalmente os mais jovens que fiquem ou venham para CASF, mas admito que precisamos mudar imediatamente sua Diretoria. A melhor alternativa nesse momento seria interromper o mandato da Diretoria atual, mas isso somente pode ser feito se todos estiverem imbuídos dessa necessidade, mas não podemos negar que eles foram democraticamente eleitos.
Porém, não podemos, nesse momento, prescindir da CASF sob pena de agravarmos ainda mais a situação dos empregados com mais de 40 anos e de termos que rediscutir o benefício pós-emprego, por exemplo, num plano Empresarial. Já um plano empresarial a partir da AEBA pode enfrentar como obstáculo a inadimplência. Em caso de inadimplência de associados a AEBA teria que garantir o repasse para o Plano, estamos falando de um montante de mais de 60 milhões por ano que para uma inadimplência de 1%, já alcança todo o orçamento da AEBA.
Ainda acredito que é possível resolver os principais problemas da CASF através de medidas de gestão. Não estou de acordo com o Rogério, meu amigo e companheiro de Marabá que defende a inviabilidade genética dos planos de autogestão. Para os mais jovens a CASF não é a melhor opção, mas para os mais velhos é a única opção. Gostaria muito que tomássemos uma decisão acima de tudo coletiva, por que a saída de cada um@ deixa os demais em mais dificuldades ainda.
Correndo o risco de ser impopular peço aos empregados do Banco, principalmente os mais jovens que fiquem ou venham para CASF, mas admito que precisamos mudar imediatamente sua Diretoria. A melhor alternativa nesse momento seria interromper o mandato da Diretoria atual, mas isso somente pode ser feito se todos estiverem imbuídos dessa necessidade, mas não podemos negar que eles foram democraticamente eleitos.
