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ANTONIO - PALMAS-TO ANTONIO - PALMAS-TO enviado em 19/10/2011 as 02:00
Prezados colegas Maria e Ronaldo,

É extremamente angustiante a experiência vivenciada por vocês relacionada ao desconhecimento ou falta de reconhecimento da imagem do Banco da Amazônia S/A por parte da população e da sociedade em geral. De quem será a culpa? Do Governo Vargas? Ou das demais administrações? Isso não vem ao caso neste momento. Mais alguém é culpado.
Percebe-se que até mesmo o Banco da Amazônia já não se conhece mais, parece que até perdeu sua identidade.
Quando foi fundado em 1942 sob o nome de Banco de Crédito da Borracha, tinha como principal finalidade financiar o reaquecimento da extração de látex durante o Ciclo da Borracha.
Hoje já não se sabe qual é o papel do Banco que era para ser a principal instituição financeira federal de fomento com a missão de promover o desenvolvimento da região amazônica.
Sabe-se que é um banco estatal pertencente ao governo federal, com papéis sendo negociados na Bolsa de Valores. Que devia operar com exclusividade o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e com outras fontes como: BNDES, Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), Fundo da Marinha Mercante, Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), Orçamento Geral da União, além de recursos próprios.
Como já se passaram quase 70 anos e ao contrário do que é óbvio, devia estar bem fortalecido e consolidado no mercado e com reconhecimento do seu papel na sociedade.
Mais o banco que era para ser de fomento passou a ser quase que exclusivamente comercial, querendo competir com o que há de mais moderno no mercado, sem investimento em tecnologia e em recursos humanos.
E como resultado disso tem-se uma burocracia cada vez mais intensa nos processos internos, fuga de bons clientes, maior resíduo de “lixo bancário”, não reconhecimento de sua imagem na sociedade, desvalorização dos empregados, dentre outros.
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