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João Peron Correa de Mattos João Peron Correa de Mattos enviado em 19/10/2011 as 02:00
Prezado Roberval Santos de perseguição entendemos bem aqui em São Paulo.Tenho um filho que ficou semi-inválido aos 22 anos de idade após uma parada cardíaca e que faz tratamento na AACD.Um colega daí de Abaetetuba,que veio prá cá por conta do tratamento do filho,com câncer ósseo,o Ronaldo, perdeu a função de operador de rede que tinha,apesar de todas as despesas ocasionadas pela mudança de Estado.E mais outra colega de São Luiz,então casada ,com filha e pagando imóvel Por ocasião da reestruturação,fomos nós os "convidados" pela direção da Agência para adequar o quadro à nova realidade.Isso porque tem um batalhão de aposentados aqui,há anos,que poderiam muito ser indicados pois não lhes causaria maior transtorno e, seguramente,prefeririam se afastar. Também temos solteiros,sem filhos, igualmente livres.Mas não.Os "alvos" fomos e continuamos sendo nós.E os perseguidores não são Dilma/PT/.... etc. como alguns colegas, no meu entender, erroneamente, insistem em ver.Parece que o colega Manteau entendeu muito bem o que tentei dizer sobre isso e a colega "Bancária" não.Nossos piores inimigos,por vezes, estão na família,no trabalho, na roda de amigos.Muito próximos.São aqueles com quem mais convivemos e pensamos conhecer.Por vezes nos decepcionamos, como no episódio que relatei acima; noutras nos surpreendemos.Como um gerente que tivemos,Nelson Déscio,que descobri,tardiamente,que era o maior adversário de um gerente emprestado da CEF,José Ferreira da Silva,que, em 6 anos por aqui NADA fazia,não trabalhava.Havia 6 gerentes aqui.O Nelson foi o único que perdeu o cargo na primeira portunidade.Ficou doente,saiu do Banco.E os outros?Continuaram felizes e seguros até o fim.E a geração seguinte, talvez a mesma sua, colega “Bancária” que entrou comigo, em 1976 ,se você não for mais nova ainda, age diferente?Ou faz como você que se esconde não só atrás do pseudônimo como também atrás da função e diz “Sou gerente e pela função não posso aderir ao movimento...” ? E o colega operativo, pode? O do quadro de apoio, pode? Parodiando suas próprias palavras “ Opiniões como essa é que mais segregam a categoria do que unem.” Se for decidido que você vai acumular mais alguns riscos, você aceitará?Se reduzir sua comissão para 20% da atual, você continua? E ainda assim você se diz “QUASE 100% a favor da greve” ?Não chega a ser nem 100% a favor ? Esse é o discurso de todos os velhos e novos gerentes. A muralha da china é pequena prá todos se equilibrarem em cima.Não precisamos de apoio moral.Moral já temos de sobra.Precisamos de apoio REAL.Físico.Presencial.No discurso e na prática.Por fim, colega Manteau,sobre as falsas representações,devo dizer que a Delegada Sindical recém eleita num episódio lamentável e sua “partner” e sócia de última hora, que por acaso é minha chefe e representante da AEBA,se posicionaram contra a greve desde o primeiro minuto.

João Peron Correa de Mattos
Diretor Regional da AEBA SP?Brasília
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