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MARIA MARIA enviado em 19/10/2011 as 02:00
Tenho quase 35 anos de Casa e confesso que nunca havia presenciado situações como a atual e olha que entrei no banco na era da ditadura militar. Lembro que no 1o. crediário que fiz bastou apresentar o Contra Cheque do Banco e todas as portas se abriram. Os vendedores diziam: "ah, é funcionária do BASA!". Nossa, que orgulho eu sentia! Hoje ainda encontro pessoas que indagam: a Sra. é funcionária de onde mesmo? Onde fica? Temos que recuperar esse orgulho e isso basicamente significa:
- ter índice de reajuste que nos leve a focar apenas no trabalho do Banco - pelo salário, muitos estão avidamente estudando p/fazer outros concursos ou arranjando outras ocupações, fazendo do Banco apenas "um bico".
- melhores condições de trabalho: como desenvolver uma tarefa sob pressão constante? Ou sob a maldita ameaça da NP-118 e outras mais? Muitos empregados estão adoecendo dia a dia.
Já lutamos e demos um abraço ao Banco uma vez, qdo. o Governo Collor quis privatizá-lo, poderemos fazê-lo novamente, frente a novas ameaças.
Please wait...