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Evandro Fernandes Souza Evandro Fernandes Souza enviado em 22/05/2012 as 03:00
Dediquei 30 anos de minha vida ao BASA, dos quais, 17 como gerente titular. Falo então de cátedra, por conhecer os corredores e labirintos da Instituição. Sou do tempo em que o banco pagava 17 salários anuais a seus funcionários e, às vezes, 18, com um mês extra, que era a Ciriana. Bons tempos, né ?
Aposentei-me em 1995 e, embora afastado das lutas cotidianas, não me deixo ficar inerte diante dos novos rumos que estão querendo apontar para o Banco da Amazônia.
Acompanho diariamente, neste espaço, as queixas de seus funcionários e muitos expressam seus sentimentos de revolta. Com justa razão, o banco não é mais aquele. Falta-lhe apetite para crescer; desanimado, não tem coragem de reagir e conforma-se com pífios resultados financeiros. O Banco da Amazonia está muito doente e, no ponto de vista estratégico, deseja mesmo morrer. O pior é que estão administrando o remédio errado e em porções erradas.
Meu caro Possídio, por isso que fiz a alerta. O Deputado Cláudio Poty, sozinho, é mesmo que estar pregando no deserto. Eu queria ver a bancada inteira se manifestando, independentemente de partido...
Se há inércia, Inês é morta !
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