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Marlon George Marlon George enviado em 07/10/2011 as 03:00
Caro ACF
07.10.2011
Na condição de diretor da AEBA e sendo o único que esteve na gestão do SEEB passada, vejo sua assertiva um pouco jocosa, quando diz “ ... a greve precisa ser encampada por todos, para ser mais forte e alcançar os objetivos que se pretende, muito bem defendidos pela AEBA e, infelizmente, nem tanto pelo SEEB-PA, embora tenhamos colega assentado na sua diretoria atual...” Na verdade, no movimento sindical hoje no Brasil temos poucos sindicatos combativos, sem atrelamento político. Mas temos também, e muitos, como o SEEB-PA, que está intrinsicamente ligados ao estado. Mas isso deverá mudar à medida em que os dirigentes eleitos possam ter o discernimento de que o sindicato tem que estar ao lado do trabalhador e não do patrão. Esta postura tive quando passei pelo SEEB e, mesmos com as adversidades, tenho orgulho de ter participado de um sindicato tão importante para nosso categoria. Muitas demandas feitas por mim na gestão não foram atendidas, por ser uma andorinha e como diz o ditado popular “ ... não faz verão “. Agora quanto a AEBA, a postura da atual diretoria é fruto de um debate coletivo e dos acúmulos de descaso das diretorias anteriores. Por isso ACF, não me ofendo com suas palavras, pois creio eu que estamos no caminho certo, na defesa dos anseios da categoria(por isso que fomos eleitos) e defendendo, mesmo a atual diretoria do SEEB contrária, uma greve forte, com a participação de toda a categoria, lutando pelas cláusulas específicas e fazendo com os bancários do BASA sejam reconhecidos em seus direitos de ter uma vida digna tanto para si como também para seus familiares.

Um abraço.
Marlon George
Diretor da AEBA
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