Pelo nível das respostas do colega Peron se vê em quais mãos a AEBA se encontra. Há um velho ditado de que os incomodados que se mudem. Vivemos uma democracia onde optamos em que time torcer, em que opiniões ter e em que locais queremos trabalhar. Portanto, se o caro colega tem abominação por colegas novos (nem é meu caso) e ter que produzir realmente para se ter um salário melhor, que opte em trabalhar em outra empresa. Em todos os locais onde se trabalha, as empresas querem produtividade, pessoas comprometidas, rentabilidade. Há vários colegas com mais de 30 anos de casa e estão se reinventando o tempo todo. Ficar reclamando de tudo e de todos, culpando sempre terceiros é uma posição muito cômoda. Lamento lhe informar, mas o mercado não precisa mais de você. A AEBA tem exatamente o seu perfil e por isso que estamos neste ambiente desfavorável para se trabalhar, pensar e produzir. Quando simplesmente existimos para discordar das coisas e não oferecer soluções para os problemas, ficamos parecendo a turma do contra, que discorda por discordar e é isso que se transformou nossa associação. Olha o exemplo da CAPAF? Por causa de uma minoria que está num plano falido e que iria ser capitalizado, é bem verdade, hoje A MAIORIA do quadro do banco não tem previdência privada. O que a AEBA ofereceu em troca disso? Ela vai fazer uma previdência para cada empregado que não teve a oportunidade de ter uma? Pelo visto não. A prática mostra que para fazer valer as aspirações políticas que cercam a associação foi jogada uma no ralo uma grande chance de estarmos constituindo uma reserva financeira para o nosso futuro e hoje a CAPAF está sob intervenção e não sabemos o que vai se resolver disso. Mas daqui a algum tempo toda essa diretoria vai sair e nós que ficamos sem a previdência, vamos recorrer a quem? Portanto, nobre colega, antes de reclamar, apresente soluções, seja produtivo. Isso não é ser puxa saco, isso é ser útil e digno para a empresa que lhe paga relgiosamente em dia.
