BASA-comercial de 22/08/2011
Ao contrário do que muita gente pensa, o BASA é um banco comercial, conforme consta no cadastro de bancos do Banco Central. Há muitos anos o BASA vive uma crisae de identidade: não sabe se é banco de mercado (consequencia de banco comercial) ou banco de desenvolvimento, conforme sua missão estatutária.
Quando fui admitido no BASA, em 1969, meses depois o então ministro Delfin Neto disse, ao analisar a atuação desastrosa de nossa Instituição: ISSO NÃO É BANCO! No dia seguinte foi manchete nos jornais de Belém que seriam demitidos mais de 80% dos funcionários e que o BASA seria emcampado pelo Banco do Brasil. Isto ababou não ocorrendo. Alguns anos depois, participei de reuniões no Ministério a esse respeito, mas houve a recusa do Banco do Brasil, justamente pelo passivo trabalhista representado pela CAPAF. De lá para cá, muitas tentativas foram feitas nesse sentido e até hoje persiste essa possibilidade. Atualmente é voz corrente nos corredores do BB que o BASA será realmente encampado, visando restabelecer a liderança do BB no mercado. Se isto vai ocorrer, de fato, ninguém sabe, mas, com 95% de adesão ao novo plano da CAPAF, desaparecem todos os impecilhos que a CAPAF representa, com destaque pela perda dos direitos adquiridos por todos os participantes e, o que é degradante, pelos aposentados e pensionista do BASA que estão migrando, quase todos na faixa dos 80 anos e doentes, que não têm nada a ver com a CAPAF, mas estão sendo enganados com a ameaça de que seus benefícios serão suspensos, caso não migrem.
Fico imaginando: que tratamento terão os funcionários da ativa, comissionados e operativos, na realização de suas tarefas naquele Banco? Ao que tudo indica, serão tratados como lixo.
Ao contrário do que muita gente pensa, o BASA é um banco comercial, conforme consta no cadastro de bancos do Banco Central. Há muitos anos o BASA vive uma crisae de identidade: não sabe se é banco de mercado (consequencia de banco comercial) ou banco de desenvolvimento, conforme sua missão estatutária.
Quando fui admitido no BASA, em 1969, meses depois o então ministro Delfin Neto disse, ao analisar a atuação desastrosa de nossa Instituição: ISSO NÃO É BANCO! No dia seguinte foi manchete nos jornais de Belém que seriam demitidos mais de 80% dos funcionários e que o BASA seria emcampado pelo Banco do Brasil. Isto ababou não ocorrendo. Alguns anos depois, participei de reuniões no Ministério a esse respeito, mas houve a recusa do Banco do Brasil, justamente pelo passivo trabalhista representado pela CAPAF. De lá para cá, muitas tentativas foram feitas nesse sentido e até hoje persiste essa possibilidade. Atualmente é voz corrente nos corredores do BB que o BASA será realmente encampado, visando restabelecer a liderança do BB no mercado. Se isto vai ocorrer, de fato, ninguém sabe, mas, com 95% de adesão ao novo plano da CAPAF, desaparecem todos os impecilhos que a CAPAF representa, com destaque pela perda dos direitos adquiridos por todos os participantes e, o que é degradante, pelos aposentados e pensionista do BASA que estão migrando, quase todos na faixa dos 80 anos e doentes, que não têm nada a ver com a CAPAF, mas estão sendo enganados com a ameaça de que seus benefícios serão suspensos, caso não migrem.
Fico imaginando: que tratamento terão os funcionários da ativa, comissionados e operativos, na realização de suas tarefas naquele Banco? Ao que tudo indica, serão tratados como lixo.
