O mais estranho nessa transação imobiliária da Casf com um conhecido e enrolado construtor/ empreendedor do ramo imobiliário em Belém - é que os associados só ficam sabendo da venda do patrimônio da "Casf é nossa" depois do fato consumado. Soube-se nos bastidores que o esperto construtor teria pago só a entrada de R$-500 mil e deixou de pagar as demais parcelas de 500 mil da venda por R$-3 milhões do belo e tombado prédio da Braz feita à prestação. E que só na reforma do novo prédio alugado na Generalíssimo já foram gastos mais de R$-700 mil. E quanto será o aluguel ? Nada divulgado no "portal de transparência" da Casf como se os associados, que sustentam a "máquina" e os altos salários de sua diretoria não tivessem o direito de saber, Será que os representantes da AEBA e da AABA no Conselho não sabem de nada ? Ou não procuram saber para manter informados os seus representados ?
