⚠ Caro CAPAF/BASA
QUANDO O SAPATO APERTA - III
Segundo o relato de participantes, a live promovida pelo Banco da Amazônia (ontem a tarde), protagonizada pelo diretor Luiz Otávio, um Assessor Jurídico e Raimundo Moura, começou com a participação virtual de 68 ouvintes, dos quais apenas 18 permaneceram na "telinha" até o fim do encontro. Os demais foram abandonando, paulatinamente, o encontro, a medida em que se iam decepcionando com o "canto da sereia" (sobretudo porque o Luiz Otávio fugia das perguntas, estabelecendo que as respostas, a posteriore, seriam dadas para o e-mail do respectivo interessado). Um ardiloso monólogo que inbialilizou a democratização das dúvidas levantados entre os participantes.
Como entendo, nas questões da CAPAF e o seus plano de origem, além do Amazonvida (nulo "ab initium"), o Banco foi afoito é estabanado, na hora de destruí-los (em um processo lento e gradual que vai desde a criação da CAPAF até a implantação do Regime de Intervenção, em 2011) ao tempo em que perdeu o "time" na hora de corrigi-los (antes do Trânsito em Julgado dos processos da AABA e do SEEB/MA).
Os fatos se sucederam e, como dizia Chico Buarque, "só Carolina não viu"!
(p/ Madison Paz de Souza)
QUANDO O SAPATO APERTA - III
Segundo o relato de participantes, a live promovida pelo Banco da Amazônia (ontem a tarde), protagonizada pelo diretor Luiz Otávio, um Assessor Jurídico e Raimundo Moura, começou com a participação virtual de 68 ouvintes, dos quais apenas 18 permaneceram na "telinha" até o fim do encontro. Os demais foram abandonando, paulatinamente, o encontro, a medida em que se iam decepcionando com o "canto da sereia" (sobretudo porque o Luiz Otávio fugia das perguntas, estabelecendo que as respostas, a posteriore, seriam dadas para o e-mail do respectivo interessado). Um ardiloso monólogo que inbialilizou a democratização das dúvidas levantados entre os participantes.
Como entendo, nas questões da CAPAF e o seus plano de origem, além do Amazonvida (nulo "ab initium"), o Banco foi afoito é estabanado, na hora de destruí-los (em um processo lento e gradual que vai desde a criação da CAPAF até a implantação do Regime de Intervenção, em 2011) ao tempo em que perdeu o "time" na hora de corrigi-los (antes do Trânsito em Julgado dos processos da AABA e do SEEB/MA).
Os fatos se sucederam e, como dizia Chico Buarque, "só Carolina não viu"!
(p/ Madison Paz de Souza)
