O NOVO E SONHADO PCCS DO BANCO
Amigo(a)s,
Não sejamos ingênuos!
Plano de Cargos e Salários é, tão somente, uma ferramenta normativa de larga importância na estrutura da governança corporativa de qualquer organização estruturada, que tem como objetivo estabelecer a justa relação entre as ATRIBUIÇÕES e a REMUNERAÇÃO da cada cargo/atividade desenvolvida em face dos objetivos finalísticos da organização. Não pode ser visto como, necessariamente, instrumento de expansão dos contornos remuneratórios dos colaboradores. Assim é que um PCCS tem que guardar inteira coerência com o planejamento estratégico da organização. Exemplificando: Se uma organização atua na elaboração de um bem ou serviço e, por circunstâncias estratégicas, deixa de elaborar e passa apenas a intermediar o mesmo bem ou serviço entre um produtor e o consumidor, muito provavelmente (guardadas as especificidades), sofrerá baixas na sua estrutura de cargos (potenciais demissões) e salários (redução dos valores remuneratórios). Nessa linha de raciocínio, há que se admitir como causa do retardamento da implantação do PCCS do Banco (que de há muito já estaria pronto), não as questões relacionadas ao Quadro de Apoio, mas, provavelmente a dúvidas e/ou incertezas quanto ao próprio futuro do Banco, sobretudo em face da cega vocação privativista do Governo Federal implantado desde janeiro/2019.
Amigo(a)s,
Não sejamos ingênuos!
Plano de Cargos e Salários é, tão somente, uma ferramenta normativa de larga importância na estrutura da governança corporativa de qualquer organização estruturada, que tem como objetivo estabelecer a justa relação entre as ATRIBUIÇÕES e a REMUNERAÇÃO da cada cargo/atividade desenvolvida em face dos objetivos finalísticos da organização. Não pode ser visto como, necessariamente, instrumento de expansão dos contornos remuneratórios dos colaboradores. Assim é que um PCCS tem que guardar inteira coerência com o planejamento estratégico da organização. Exemplificando: Se uma organização atua na elaboração de um bem ou serviço e, por circunstâncias estratégicas, deixa de elaborar e passa apenas a intermediar o mesmo bem ou serviço entre um produtor e o consumidor, muito provavelmente (guardadas as especificidades), sofrerá baixas na sua estrutura de cargos (potenciais demissões) e salários (redução dos valores remuneratórios). Nessa linha de raciocínio, há que se admitir como causa do retardamento da implantação do PCCS do Banco (que de há muito já estaria pronto), não as questões relacionadas ao Quadro de Apoio, mas, provavelmente a dúvidas e/ou incertezas quanto ao próprio futuro do Banco, sobretudo em face da cega vocação privativista do Governo Federal implantado desde janeiro/2019.
