SOBRE A SITUAÇÃO DA CASF (postado em 25/06/19):
- Ratificando manifestações anteriores, declinadas em tantos outros fóruns, entendo que todas ou quase nenhuma das Operadoras de Autogestão ligadas a estatais sobreviverão às consequências da Resolução nº 23 da CGPC, vigente e em pleno curso, desde fevereiro/018.
No caso da CASF, o novo plano (Enfermaria Regional) dificilmente prosperará, pois as contraprestações, pouco inferiores às do UniCASF e muito mais caras quer os planos de instável perenidade, agressivamente ofertados pela UNIMED para monopolizar o mercado. Some-se ainda que a CASF, sendo uma operadora fechada, não dispõe de público alvo para o novo plano, senão aqueles que apenas migrarão dos planos atuais (Unicasf e remanescentes dos anteriores). E, para selar o cenário, tudo, nesse estreito universo de possíveis interessados no novo plano, há ainda maciça preponderância de idosos com mais de 60 anos, sobre os quais, dizem as premissas do setor, nenhum plano em regime de autogestão, suporta mais de 23% de idosos. No caso da CASF, marca que, em momento recente, já ultrapassava os 52%.
Mais uma dica: A CASSI acaba de ingressar em Regime Fiscal decretado pela ANS, e muitas outras trilharão o mesmo caminho. Não há perspectiva outra enquanto prevalecer a R-23 da CGPC e enquanto os prestadores de serviços de saúde, continuarem atuando em regime de livre comércio, exercendo uma atividade que, nos termos da Constituição Federal, responde por um direito de todos e DEVER DO ESTADO.
- Ratificando manifestações anteriores, declinadas em tantos outros fóruns, entendo que todas ou quase nenhuma das Operadoras de Autogestão ligadas a estatais sobreviverão às consequências da Resolução nº 23 da CGPC, vigente e em pleno curso, desde fevereiro/018.
No caso da CASF, o novo plano (Enfermaria Regional) dificilmente prosperará, pois as contraprestações, pouco inferiores às do UniCASF e muito mais caras quer os planos de instável perenidade, agressivamente ofertados pela UNIMED para monopolizar o mercado. Some-se ainda que a CASF, sendo uma operadora fechada, não dispõe de público alvo para o novo plano, senão aqueles que apenas migrarão dos planos atuais (Unicasf e remanescentes dos anteriores). E, para selar o cenário, tudo, nesse estreito universo de possíveis interessados no novo plano, há ainda maciça preponderância de idosos com mais de 60 anos, sobre os quais, dizem as premissas do setor, nenhum plano em regime de autogestão, suporta mais de 23% de idosos. No caso da CASF, marca que, em momento recente, já ultrapassava os 52%.
Mais uma dica: A CASSI acaba de ingressar em Regime Fiscal decretado pela ANS, e muitas outras trilharão o mesmo caminho. Não há perspectiva outra enquanto prevalecer a R-23 da CGPC e enquanto os prestadores de serviços de saúde, continuarem atuando em regime de livre comércio, exercendo uma atividade que, nos termos da Constituição Federal, responde por um direito de todos e DEVER DO ESTADO.
