Deixe aqui a sua!

 
 
 
 
 
*Campos obrigatórios.
Seu e-mail não será publicado.

Sua mensagem estará visível após a aprovação.
Paulo Brito Paulo Brito enviado em 20/03/2019 as 21:54
Fico cada dia mais surpreso com as agressões gratuitas e recheadas de ódio contra uma categoria que assim como as demais contribuem com seu trabalho para o resultado do banco.
Ações judiciais de empregados do Banco nunca foram exclusividade de apenas uma categoria profissional. Se existe ação e foi acolhida pelo judiciário é porque algum direito ou obrigação legal não estava sendo cumprido pelo banco.
Até ex-presidente e ex- diretores possuem ações trabalhistas contra o banco e não vi tanto ódio contra eles como verifico no caso dos engenheiros. Existem ações que envolvem mais funcionários e de valores bem maiores como a da CAPAF que também considero legítima, assim com a lateralidade, sétima e oitava horas, incorporações de função em todos os níveis, incluindo a de gerentes executivos destituídos.
Mas parece que o problema todo do banco se resume apenas a categoria dos engenheiros e as ações judiciais em detrimento do desmonte da estrutura de acompanhamento do crédito responsável por evitar a disparada da PCLD e tornar mais eficiente a cobrança e regularização dos créditos vencidos, só para citar um problema.
Enquanto ficarmos nesse debate inútil de culpar uma categoria que produz receitas diretas ao banco através da cobrança de tarifas pela realização dos seus serviços técnicos especializados, as reais causas que estão afetando negativamente o resultado do banco continuam sendo negligenciadas e sangrando o banco.
Sou Engenheiro Agrônomo do Banco da Amazônia com muito orgulho. Faço meu trabalho com muita dedicação e responsabilidade. Não me considero melhor que ninguém por isso, essa é a minha obrigação.
Só peço respeito, pois não aceito ser considerado pior que ninguém, muito menos responsabilizado por tudo de ruim que está acontecendo no banco.
.
Please wait...