O tempo, que muitos dizem ser o "senhor da razão", se encarregará de tornar o Banco da Amazônia inviável econômico e financeiramente. Cada ano que passa fica mais evidente a falta de competitividade, de eficiência, de espaço do banco da Amazônia no concerto dos bancos nacionais. Um banco que não consegue se modernizar, não consegue se estruturar para fazer frente às demandas das novas formas de negócio que se impõe no cenário de um mundo cada vez mais vinculado às tecnologias, não pode perdurar por muito tempo no mercado e está fadado a perder o bonde da história. O Banco da Amazônia, símbolo eloquente de um banco inchado, obsoleto, ineficiente e que ainda possui em seus quadros, funcionários cuja função é simplesmente transportar documentos de uma gerência para outra, sem qualquer qualificação profissional, como se fossem verdadeiros zumbis a gastar o tempo de 6 horas nas dependências da instituição, sem nenhuma utilidade, não pode vislumbrar outro futuro senão cerrar suas portas e sair de cena. É um banco que não precisa de inimigos, haja vista que suas práticas, sua estrutura dispendiosa e onerosa aliadas à sua baixa produtividade são seus principais inimigos. Como bem vaticinou aqui neste espaço o FUNCIONÁRIO A 13 ANOS, escrito em 06/03/2019 : "O Basa nos remete a um grande e velho elefante africano atolado na poça de lama, quanto mais se move, mais afunda".
