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Pai de família Pai de família enviado em 15/02/2019 as 22:28
REPRESENTATIVIDADE ABAIXO DE ZERO PARA OS EMPREGADOS DO JÁ QUASE EXTINTO BASA - Já nem sentimos falta das panelas e cobranças aos berros na porta da matriz, dos comunicados e volantes atrevidos cobrando nossos direitos mínimos como por exemplo a garantia de pagamento de adiantamento de 13º salário, ou uma diferença boba de qualquer natureza, porque até onde se entendia, conquista real é dinheiro no bolso dos funcionários, ao contrário disso, qualquer outra "conquista" trouxe ou estagnação ou regressão de direitos.

Não somos mais tratados sequer como empregados, muito menos real pertenço à casa bacreveana, Estamos largados à própria sorte e, desculpe AEBA, acredito na associação, mas o seu silêncio, similar ao do SIndicato (já costumeiro), nos deixa sem qualquer representatividade.

Muito nos envergonha saber que conquistas são comemoradas como "garantia de termos PLR", com o pagamento lá pra sabe Deus quando, ou então, reconhecimento da "ilegalidade de medida unilateral do Banco da Amazônia apontada em ação movida pelo Sindicato, mas não determina pagamento integral da PLR." - portanto, mesmo que nada.

Outrossim, nos alegra saber que os colegas de outros bancos, além de no site do Sindicato terem notícias quase que diárias (ao contrário de nós empregados do BASA que somos agraciados com novidades praticamente trimestralmente), as notícias sempre relatam conquistas reais, quanto que as nossas apenas ventilam possibilidade de futuramente obtermos algum avanço em alguma mesa específica que não serve para nada. O tempo passa e vemos os outros empregados de empresas do mesmo ramo crescerem, melhorarem, a exemplo da PLR desse ano que está agendada para pagamento praticamente até 1º de março para todos os Bancos, exceto o "nosso", que, nem sequer notícia.

Banco da Amazônia, Banco das regras do SEST, Banco de todos,, menos dos quase 3000 zés e marias-ninguém que fazem diariamente com que essa casa ainda permaneça de pé.

Acompanhando essa trajetória há quase 20 anos, nos resta acreditar mesmo que, a privatização, pelo menos para o quadro funcional, será o desfecho mais digno. Incorpora-se o quadro a uma empresa séria e que valorize seus empregados de verdade, ou simplesmente dê-se as contas de todos, e vamos ralar para alimentar nossa família dentro desse mercado muitas das vezes até injusto, mas que talvez, ou quase que de certeza, mereça mais nossos esforços do que um pai ingrato e despreocupado como o Banco da Amazônia.

Já tive orgulho de dizer "trabalho no Banco da Amazônia!"... em outra época já tive vergonha... o sentimento agora é de frustração.
Please wait...