Ao pessoal da AEBA meus sinceros agradecimentos,
Gostaria de contribuir com a pauta para as reuniões de nossos colegas aí na Matriz Belém.
Tendo em vista que o banco não possui PCCS, e tão pouco treina seus empregados para assumirem funções nem mesmo para a de Caixa, eu proponho que que seja dado trinamento à todos os empregados, não tô falando destes cursos CAPI á distância que são apenas um basicão; já faz mais de 10 anos que estou levantando essa bandeira, de que os empregados devem ser treinados, em todas as áreas do banco, tanto na Matriz quanto nas agências, isto pode ajudar muitos empregados, que como eu, permanecem sem treinamento para nenhum tipo de função ou atividade desde que entrei na instituição em 2005. Sei que para muitos treinamento parece coisa obsoleta e sem propósito, mas sabemos que um empregado treinado que sabe o que está fazendo e conhece todo o "modus operandi" da empresa saberá lidar com situações onde muitas vezes se depara e se encontra em perigos que não sabe como enfrentar. Muitos empregados já sabem do jeitinho que nas agência ainda se pratica, que é o acumulo de funções e o repasse de senhas para outros empregados, para estagiários, e pasmem, até para vigilantes; empregados que burlam o ponto eletrônico para cairem nas graças dos gerentes e superiores imediatos, etc... Sei que o progresso funcional é o desejo de todos numa empresa, inclusive era o meu. Mas, quando você se depara com problemas dos quais não sabe nem por onde começar a resolver, isso vira um bicho de sete cabeças. Se a pior polícia do mundo tem treinamento de 1 ano para prender meliantes/bandidos e saber como se portar em situações criticas que a profissão exige, porque uma instituição financeira do porte do Banco da Amazônia que lida com o erário público não possui?
Espero que os colegas da AEBA atentem para essa situação, creio que isso também influencia na atua decadência em que nossa instituição se encontra. Empregados ainda recebem conhecimentos e executam tarefas que aprenderam "nas coxas" e ainda agem por tirocínio no ambiente de trabalho.
Gostaria de contribuir com a pauta para as reuniões de nossos colegas aí na Matriz Belém.
Tendo em vista que o banco não possui PCCS, e tão pouco treina seus empregados para assumirem funções nem mesmo para a de Caixa, eu proponho que que seja dado trinamento à todos os empregados, não tô falando destes cursos CAPI á distância que são apenas um basicão; já faz mais de 10 anos que estou levantando essa bandeira, de que os empregados devem ser treinados, em todas as áreas do banco, tanto na Matriz quanto nas agências, isto pode ajudar muitos empregados, que como eu, permanecem sem treinamento para nenhum tipo de função ou atividade desde que entrei na instituição em 2005. Sei que para muitos treinamento parece coisa obsoleta e sem propósito, mas sabemos que um empregado treinado que sabe o que está fazendo e conhece todo o "modus operandi" da empresa saberá lidar com situações onde muitas vezes se depara e se encontra em perigos que não sabe como enfrentar. Muitos empregados já sabem do jeitinho que nas agência ainda se pratica, que é o acumulo de funções e o repasse de senhas para outros empregados, para estagiários, e pasmem, até para vigilantes; empregados que burlam o ponto eletrônico para cairem nas graças dos gerentes e superiores imediatos, etc... Sei que o progresso funcional é o desejo de todos numa empresa, inclusive era o meu. Mas, quando você se depara com problemas dos quais não sabe nem por onde começar a resolver, isso vira um bicho de sete cabeças. Se a pior polícia do mundo tem treinamento de 1 ano para prender meliantes/bandidos e saber como se portar em situações criticas que a profissão exige, porque uma instituição financeira do porte do Banco da Amazônia que lida com o erário público não possui?
Espero que os colegas da AEBA atentem para essa situação, creio que isso também influencia na atua decadência em que nossa instituição se encontra. Empregados ainda recebem conhecimentos e executam tarefas que aprenderam "nas coxas" e ainda agem por tirocínio no ambiente de trabalho.
