A nova diretoria da Casf está com a firme disposição de reduzir despesas,o que é louvável, mas parece ter escolhido a alternativa menos adequada. Após demitir cinco profissionais e desmontar toda a equipe de atendimento em fisioterapia e fonoaudiologia, anuncia-se também como certo que o atendimento ambulatorial será restrito apenas a consultas acabando-se com a medicação e com a dispensa de medicamentos.
Os associados mais antigos, sobretudo aposentados e em sua maioria fundadores da Casf, não escondem sua revolta contra essa medida da morte anunciada do Ambulatório de Belém, considerando que o atendimento ambulatorial é a última atividade que deveria sofrer restrições, de vez que evita, com medicação pronta e eficaz, a hospitalização de pacientes com apenas uma gripe, uma crise de hipertensão ou mera dor de cabeça. Caso sejam atendidos em hospitais vão acabar sendo internados e os custos serão infinitamente maiores. É um tiro no pé no caso da Casf.
Consideram também que a nova diretoria deveria reduzir despesas administrativas e não de assistência ambulatorial, que tem custos muito mais elevados quando prestada nos hospitais conveniados.
Temem que o descredenciamento de hospitais conveniados, seguido do esvaziamento do ambulatório , possam acabar jogando os associados da Casf na fila do SUS, embora pagando contribuições de um plano de saúde de excelência que já foi, com contribuições em média de R$- 2 mil para a faixa etária com mais de 59 anos...
Os associados mais antigos, sobretudo aposentados e em sua maioria fundadores da Casf, não escondem sua revolta contra essa medida da morte anunciada do Ambulatório de Belém, considerando que o atendimento ambulatorial é a última atividade que deveria sofrer restrições, de vez que evita, com medicação pronta e eficaz, a hospitalização de pacientes com apenas uma gripe, uma crise de hipertensão ou mera dor de cabeça. Caso sejam atendidos em hospitais vão acabar sendo internados e os custos serão infinitamente maiores. É um tiro no pé no caso da Casf.
Consideram também que a nova diretoria deveria reduzir despesas administrativas e não de assistência ambulatorial, que tem custos muito mais elevados quando prestada nos hospitais conveniados.
Temem que o descredenciamento de hospitais conveniados, seguido do esvaziamento do ambulatório , possam acabar jogando os associados da Casf na fila do SUS, embora pagando contribuições de um plano de saúde de excelência que já foi, com contribuições em média de R$- 2 mil para a faixa etária com mais de 59 anos...
