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A CASF E O PATROCÍNIO PERDIDO A CASF E O PATROCÍNIO PERDIDO enviado em 13/12/2017 as 12:50
Em INFORMATIVO de 12/12 (ontem), a AEBA reafirma a luta pelo patrocínio do Banco à saúde do seu empregado.
A respeito do texto , importante dizer que, efetivamente, “o TCU jamais mandou o Banco deixar de patrocinar” (a CASF), até porque não dispõe de competência para deliberar, mas, tão somente, de recomendar atos de gestão de qualquer empresa, mesmo sendo ela vinculada ao poder estatal.
O TCU, tão somente contestou o Banco pela contratação de plano de saúde para os seus empregados, sem a “devida” licitação junto às Operadoras do mercado.
Ocorre que, tanto àquela altura, quando hoje, mesmo depois do reajuste do PLANCASF a partir de setembro último, a CASF venceria qualquer licitação entre planos de saúde dotados da mesma abrangência de cobertura assistencial e de extensão geográfica de atendimento (nacional).
Assim, a licitação que deveria ter ocorrido em 1996 cedeu espaço para que o Banco se retirasse da Sociedade Civil que criou em 1982, em parceria com os seus empregados e, consequentemente a retirada do patrocínio à CASF, fato ocorrido, sobretudo pela omissão da Diretoria de então (designada pelo próprio Banco da Amazônia) em cerrar fileiras, até no âmbito judicial, em defesa dos beneficiários da CASF..
Diante dos fatos, louve-se o empenho das nossas entidades corporativas em busca de resgatar o patrocínio do Banco à saúde dos seus empregados e aposentados.
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