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EDIMAR SANTANA DA SILVA EDIMAR SANTANA DA SILVA enviado em 20/12/2017 as 12:00
Desde o inicio, voltada inteiramente na direção do seu particular interesse. Assim, a "democracia: das medidas provisórias" não é um fenômeno exclusivamente brasileiro. Mesmo o sistema americano, paradigma para o resto do mundo que acompanha, ou lidera, essa inquietante tendência. Isso faz parte de um projeto a ser desenvolvido em três fases: primeiramente, diminuir os efetivos do Exército, da Marinha e da Força Aérea. Em seguida, implantar o estágio atual, para que então as “forças de paz” da ONU seria a possível solução, O terceiro e último estágio, do maniqueísmo dadaísta da desmobilização controlada, impediria que quaisquer forças armadas, de todos os Estados, pudessem desafiar o fortalecido contingente da ONU. Exatamente por isso mesmo, na concepção do novo cenário mundialista que se está desenhando, em longo prazo não haveria mais espaço, em país algum, o que não exclui o Brasil e os Estados Unidos, para a influência do pensamento militar nacionalista e dos seus centros de excelência intelectual sobre o poder civil. O simples cogitar dessa possibilidade, em qualquer local do globo, será, futuramente, vista pelo establishment como anacrônica, ameaçadora aos interesses globais e desencadeará reações e retaliações em bloco, detonados pela cabeça do dragão(ABREU,2004).
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