Eu não vejo problema em estarem nas agências e subordinados à sua respectiva supervisão. Primeiro, por questão de logística, em uma fiscalização ou avaliação, por exemplo. Segundo, com a delegação de atribuição e prazo razoável é possível auferir a produtividade de cada um. Terceiro, é uma forma até mesmo de alinhar procedimentos e garantir a isonomia entre os profissionais (independente de onde estejam). Acredito que seja benéfico tanto para os empregados, quanto para o banco.
Se podemos tê-los mais próximos, qual o motivo de centralizar e demandá-los para "os confins" (palavras suas)?
Se podemos tê-los mais próximos, qual o motivo de centralizar e demandá-los para "os confins" (palavras suas)?
