Prezados colegas,
Entendo que devemos lutar pelos nossos direitos.
Entendo que a melhor maneira de encerrar uma discussão, é um acordo com concessões oriundas de ambos os lados.
Agora gostaria de uma explicação: É possível um engenheiro do mesmo concurso não ser TC? Tipo... No Pará é Engenheiro, mas em RO é TC. É isso mesmo? Se um engenheiro do Pará romper a fronteira de seu estado, indo para o Maranhão, por exemplo, este deixará de ser engenheiro e passará a ser TC (com direito a Alelo e tudo mais?)? E ocorrendo o inverso, perderá o ALELO, quem vier para o PA?
Sei lá. Fico triste com essa situação. Gostaria muito de ajuda-los, mas, infelizmente, estou do lado do Banco, que paga o meu salário.
Não podemos deixar 10% do quadro, tirar o emprego de 90%.
Pensem bem, antes de prosseguirem com essa luta perdida para vocês.
Mostrem que são úteis e parceiros, caso contrário, correm o risco de se tornarem peças descartáveis do processo.
Analisem a história bancária. Todos os "cargos" que se julgavam indispensáveis para o processo e "peitaram" o sistema, hoje não existem mais.
Aos conscientes: Não adiram a greve! Fale com os seus colegas! Vamos fortalecer a nossa instituição!
Boa sorte!
Entendo que devemos lutar pelos nossos direitos.
Entendo que a melhor maneira de encerrar uma discussão, é um acordo com concessões oriundas de ambos os lados.
Agora gostaria de uma explicação: É possível um engenheiro do mesmo concurso não ser TC? Tipo... No Pará é Engenheiro, mas em RO é TC. É isso mesmo? Se um engenheiro do Pará romper a fronteira de seu estado, indo para o Maranhão, por exemplo, este deixará de ser engenheiro e passará a ser TC (com direito a Alelo e tudo mais?)? E ocorrendo o inverso, perderá o ALELO, quem vier para o PA?
Sei lá. Fico triste com essa situação. Gostaria muito de ajuda-los, mas, infelizmente, estou do lado do Banco, que paga o meu salário.
Não podemos deixar 10% do quadro, tirar o emprego de 90%.
Pensem bem, antes de prosseguirem com essa luta perdida para vocês.
Mostrem que são úteis e parceiros, caso contrário, correm o risco de se tornarem peças descartáveis do processo.
Analisem a história bancária. Todos os "cargos" que se julgavam indispensáveis para o processo e "peitaram" o sistema, hoje não existem mais.
Aos conscientes: Não adiram a greve! Fale com os seus colegas! Vamos fortalecer a nossa instituição!
Boa sorte!
