Essa diretoria da AEBA age por questões políticas, é incapaz de defender medidas impopulares, que beneficiem o todo e não apenas uma parte, um grupo, como agora faz em defesa das agências deficitárias do Banco da Amazônia. Defende a manutenção de agências deficitárias que no final vão incidir negativamente no Lucro Líquido do banco, contribuindo para um resultado do exercício que afugentará investidores do Banco e que com certeza o levará a uma situação de crise financeira. Uma diretoria como essa da AEBA que não consegue nem administrar de maneira eficiente a CASF, haja vista as medidas inconsequentes, eleitoreiras e populistas que apoiou e ajudou a implantar no âmbito daquele Plano de Saúde, ainda se julga no direito de vir apontar o dedo para outras gestões, como a do Banco da Amazônia, que visa garantir um resultado positivo no final do exercício social e assim permitir que o banco continue a operar com saúde financeira. A diretoria da AEBA não tem credibilidade para ficar apontando erros na gestão do banco da Amazônia, haja vista que é conivente com a atual situação da CASF, cuja gestão levou aquele Plano de Saúde a um rombo de sete milhões de reais.
