Até no século XVI existia banco eficiente, claro, se for feita a comparação entre os bancos que atuavam na época e prestavam os mesmos serviços. É evidente que se comparados com os bancos atuais, os bancos da Idade Moderna serão taxados de ineficientes por motivos óbvios, e dentre estes motivos está o avanço da tecnologia. A função Quadro de apoio será descartada, extinta, excluída (se o problema é o uso da palavra adequada, fica a critério de cada um escolher a mais apropriada) quando seu último funcionário da ativa se aposentar. O banco jamais irá demitir gente do QA para extinguir a função. Sendo assim, não há razão para o banco dar condições de mudanças e melhorias para que os integrantes do QA possam integrar um quadro técnico. Por outro lado, se há muitas pessoas capacitadas, com nível superior no QA, como se disse (e acredito que haja), isso só reforça a tese de que essas pessoas têm condições de passar em concurso público sem que tenham que estar pedindo condições e melhorias para o banco e conseqüentemente integrar seu quadro técnico. Até porque se der essas tais condições a um grupo de pessoas o banco estará infringindo um dos princípios Constitucionais da Administração Pública, qual seja, o da impessoalidade, que é, antes de tudo, “atender aos interesses comuns da sociedade” e não aos interesses de um grupo e/ou de uma corporação.
