Triste ver essa discussão estéril sobre PATROCÍNIO DO BANCO AO CÍRIO DER NAZARÉ.
O Banco da Amazônia não patrocina o Círio de Nazaré. Apenas e sabiamente aproveita o clima de evento, tirando proveito do dicotômico sentido profano religioso que inunda o sentimento da massa populacional que vai às ruas, para mostrara a sua cara (Banco) .
O que se sabe é que o Banco não firma contrato de patrocínio com a igreja católica para promover o Círio der Nazaré. Na verdade o Banco se aproveita, legitimamente, do grande evento popular para dizer à sociedade: Eu estou aqui, eu sou Amazônia, este pedaço é meu. Claro que isto custa ao Banco algum investimento com o projeto de marketing (planejamento e a execução da sua presença mercadológica na avenida). Fica à reflexão de cada um a responsabilidade para discernir ser essas ações representam custo ou investimento do Banco para ocupar o seu espaço mercadológico no cenário da mega concentração popular. Antes de qualquer juízo e consolidação de um veredicto – certo ou errado, é preciso observar que a grande mídia não foca o Banco da Amazônia nas imagens ou som que levam aos seus ouvintes/telespectadores. Somente o fariam se o Banco, efetivamente patrocinasse o Círio de Nazaré (como, )pasme-se, faz o Bradesco) ou os eventos satélites que compõem a grade da programação do Círio das grandes corporações da mídia local.
O Banco da Amazônia não patrocina o Círio de Nazaré. Apenas e sabiamente aproveita o clima de evento, tirando proveito do dicotômico sentido profano religioso que inunda o sentimento da massa populacional que vai às ruas, para mostrara a sua cara (Banco) .
O que se sabe é que o Banco não firma contrato de patrocínio com a igreja católica para promover o Círio der Nazaré. Na verdade o Banco se aproveita, legitimamente, do grande evento popular para dizer à sociedade: Eu estou aqui, eu sou Amazônia, este pedaço é meu. Claro que isto custa ao Banco algum investimento com o projeto de marketing (planejamento e a execução da sua presença mercadológica na avenida). Fica à reflexão de cada um a responsabilidade para discernir ser essas ações representam custo ou investimento do Banco para ocupar o seu espaço mercadológico no cenário da mega concentração popular. Antes de qualquer juízo e consolidação de um veredicto – certo ou errado, é preciso observar que a grande mídia não foca o Banco da Amazônia nas imagens ou som que levam aos seus ouvintes/telespectadores. Somente o fariam se o Banco, efetivamente patrocinasse o Círio de Nazaré (como, )pasme-se, faz o Bradesco) ou os eventos satélites que compõem a grade da programação do Círio das grandes corporações da mídia local.
