Astolpho Dias
Vários colegas clamam neste espaço pelo PCCS e pelo PDV. A diretoria do Basa continua gastando milhões com Consultorias "de fora" para melhorar a "gestão de pessoas" mas deixa de atentar para a prioridade interna da "Solução CAPAF", sem a qual nenhum desses planos terá sucesso. A intervenção na CAPAF caminha para os cinco anos e nada de soluções que possam incentivar a aposentadoria de colegas que se mantém na ativa "por necessidade" ou de se criar condições para implementação de um novo PCCS. Se o interventor é bom gestor, como defendem seus simpatizantes, então porque o Banco não o nomeia presidente de uma nova diretoria e restaura a gestão plena da CAPAF , com eleições para seus conselhos deliberativo e fiscal ? Restam somente 1.280 aposentados e pensionistas no extinto Plano BD, que resistiram ao milionário assédio praticado pelo Banco e sua Consultoria preferida e ganharam na Justiça, em ação impetrada pela AABA, o direito de continuar sobrevivendo, pois estão sendo pagos pelo Banco, por determinação judicial. Ao invés de recorrer até o Supremo, só para protelar, o que o Basa deveria fazer era desistir do agravo meramente protelatório. Com isso facilitaria o processo de recuperação da CAPAF e também beneficiaria os funcionários da ativa que anseiam pelo PCCS ou PDV. É mera questão de gestão eficiente e eficaz.
Vários colegas clamam neste espaço pelo PCCS e pelo PDV. A diretoria do Basa continua gastando milhões com Consultorias "de fora" para melhorar a "gestão de pessoas" mas deixa de atentar para a prioridade interna da "Solução CAPAF", sem a qual nenhum desses planos terá sucesso. A intervenção na CAPAF caminha para os cinco anos e nada de soluções que possam incentivar a aposentadoria de colegas que se mantém na ativa "por necessidade" ou de se criar condições para implementação de um novo PCCS. Se o interventor é bom gestor, como defendem seus simpatizantes, então porque o Banco não o nomeia presidente de uma nova diretoria e restaura a gestão plena da CAPAF , com eleições para seus conselhos deliberativo e fiscal ? Restam somente 1.280 aposentados e pensionistas no extinto Plano BD, que resistiram ao milionário assédio praticado pelo Banco e sua Consultoria preferida e ganharam na Justiça, em ação impetrada pela AABA, o direito de continuar sobrevivendo, pois estão sendo pagos pelo Banco, por determinação judicial. Ao invés de recorrer até o Supremo, só para protelar, o que o Basa deveria fazer era desistir do agravo meramente protelatório. Com isso facilitaria o processo de recuperação da CAPAF e também beneficiaria os funcionários da ativa que anseiam pelo PCCS ou PDV. É mera questão de gestão eficiente e eficaz.
