"O jornal O Estado de S. Paulo divulgou hoje a proposta de reestruturação do sistema financeiro público (BB, CEF, BASA, BNB e BNDES) elaborada pela consultoria Booz Allen & Hamilton. O documento está em poder do Comitê de Coordenação Gerencial das Instituições Públicas Federais (Comif) e deve começar a ser debatido ainda este mês.
De acordo com O Estado, a Booz Allen concluiu que as atividades de crédito rural devem ser retiradas do BB para que o banco se torne mais competitivo comercialmente. A proposta da consultoria é que o financiamento agrícola passe a ser responsabilidade de um fundo do Tesouro Nacional, que administraria os recursos, mas deixaria a parte operacional a cargo de um agente financeiro.
A Booz Allen sugere ainda que as agências deficitárias do BB sejam fechadas. Segundo O Estado, a estratégia da consultoria é deixar a porta aberta para a privatização.
Já a CEF, segundo a Booz Allen, deveria voltar a ser uma autarquia do governo e deixar de lado as atividades de banco comercial.
Para o BNB e BASA, a consultoria aconselha a fusão com a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e com a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), respectivamente. Os dois deixariam de captar recursos e seriam transformados em agências de fomento.
De acordo com O Estado, a Booz Allen concluiu que as atividades de crédito rural devem ser retiradas do BB para que o banco se torne mais competitivo comercialmente. A proposta da consultoria é que o financiamento agrícola passe a ser responsabilidade de um fundo do Tesouro Nacional, que administraria os recursos, mas deixaria a parte operacional a cargo de um agente financeiro.
A Booz Allen sugere ainda que as agências deficitárias do BB sejam fechadas. Segundo O Estado, a estratégia da consultoria é deixar a porta aberta para a privatização.
Já a CEF, segundo a Booz Allen, deveria voltar a ser uma autarquia do governo e deixar de lado as atividades de banco comercial.
Para o BNB e BASA, a consultoria aconselha a fusão com a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e com a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), respectivamente. Os dois deixariam de captar recursos e seriam transformados em agências de fomento.
