Ao Presidente Marivaldo,
Diz um provérbio árabe: "A cada fato correspondem, no mínimo, três versões: a sua , a minha e a verdadeira." Os jovens jornalistas nunca mais esquecem essa lição, que lhes era repassada pelos veteranos mais "rodados" na profissão. Ela nos ensina a ouvir mais de uma fonte para formar um conceito ou consolidar uma opinião. Leio na mídia camarada que o "O Basa estuda o lançamento de um Plano de Adequação Funcional (seria um PAF ?) para estimular aposentadorias e gerar uma boa renovação nos quadros do Banco". Não ouça apenas as "argumentações técnicas" dos empedernidos tecnocratas, senhor Presidente. Procure ouvir os mais de 800 empregados que relutam em se aposentar , mesmo tendo completado o tempo de serviço exigido por lei. Quais as suas razões ? Uma delas, certamente, é a "não solução" da CAPAF, que após uma "batalha feroz" com ameaças e assédio moral explícito aos "velhinhos" para que aceitassem "goela abaixo" os planos saldados (ou salgados), continua em regime de intervenção, gerando intranquilidade e medo em quantos desejam se aposentar, mas não se sentem seguros , por causa da ameaça que paira sobre seus benefícios. Procure ouvir uma "segunda opinião" sobre a CAPAF ! Dirigentes da AEBA e AABA e conselheiros eleitos cassados pela intervenção poderão lhe oferecer essa opção.
Diz um provérbio árabe: "A cada fato correspondem, no mínimo, três versões: a sua , a minha e a verdadeira." Os jovens jornalistas nunca mais esquecem essa lição, que lhes era repassada pelos veteranos mais "rodados" na profissão. Ela nos ensina a ouvir mais de uma fonte para formar um conceito ou consolidar uma opinião. Leio na mídia camarada que o "O Basa estuda o lançamento de um Plano de Adequação Funcional (seria um PAF ?) para estimular aposentadorias e gerar uma boa renovação nos quadros do Banco". Não ouça apenas as "argumentações técnicas" dos empedernidos tecnocratas, senhor Presidente. Procure ouvir os mais de 800 empregados que relutam em se aposentar , mesmo tendo completado o tempo de serviço exigido por lei. Quais as suas razões ? Uma delas, certamente, é a "não solução" da CAPAF, que após uma "batalha feroz" com ameaças e assédio moral explícito aos "velhinhos" para que aceitassem "goela abaixo" os planos saldados (ou salgados), continua em regime de intervenção, gerando intranquilidade e medo em quantos desejam se aposentar, mas não se sentem seguros , por causa da ameaça que paira sobre seus benefícios. Procure ouvir uma "segunda opinião" sobre a CAPAF ! Dirigentes da AEBA e AABA e conselheiros eleitos cassados pela intervenção poderão lhe oferecer essa opção.
