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O Realista O Realista enviado em 20/10/2015 as 02:00
Colega (Banco da Amazônia do Oeste do Brasil), romper com a matriz não é lá o fim do mundo, não. Eu trabalho na matriz e tenho consciência de que a matriz é o calcanhar de Aquiles desse banco. Creio que esse esse banco obteria, sim, melhores resultados se se enxugasse a sua matriz e consequentemente o tornasse mais produtiva e lucrativa. Só que falta coragem para a diretoria do banco implementar as reformas que essa matriz há tanto tempo necessita. Uma das soluções, por exemplo, seria investir em tecnologia, que com certeza esse banco sairia da lanterna em termos de lucratividade e os seus funcionários seriam melhor remunerados. Claro que isso iria desempregar muita gente, mas não tem outro jeito se quisermos ver esse banco na vanguarda dos bancos nacionais. Porém, como temos um (des) governo que dá prioridade à quantidade em detrimento da qualidade, vamos continuar com essa matriz pesada, obsoleta, extemporânea e pouco lucrativa, que mais absorve do que gera lucro.
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