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JERSON BATISTA PEREIRA DE ARAUJO JERSON BATISTA PEREIRA DE ARAUJO enviado em 08/10/2015 as 03:00
No Acre a greve segue forte, 100% da rede fechada. No Juruá bastou seis funcionários cruzarem os braços para a agência fechar. Começou então as represarias contra o comitê de greve, o gestor avisou que mediante a autorização dele os grevistas só entrariam até o bebedor, comunicou que em virtude da ausência da delegada sindical (de férias), não existiria acesso à retaguarda para nenhum representante do sindicato até que o mesmo realizasse todo protocolo de escolha de um representante substituto e notificasse a agência formalmente. Acho algumas situações quase “patéticas”, tem gestores que tentam compensar sua incapacidade gerencial agradando seus superiores com a repressão ao movimento sindical. Nos últimos anos, nossa agência passou a cumprir metas muito maiores ao mesmo tempo em que o numero de funcionários foi reduzido, eu cheguei a trabalhar jornadas de 10 horas no Caixa (sem que fosse aberto um segundo terminal), somente depois das ações judiciais das horas extras que passaram a utilizar regularmente o caixa emergencial. O emprego de mais funcionários nos Caixas e a perda de funcionários (no rebaixamento da agência) inviabilizaram as mais de mil operações anuais do PLANAF-B (não temos funcionários para recuperar e providenciar novos financiamentos ao mesmo tempo). Diante tantos problemas, a grande preocupação do gestor é fazer um jantar para o superintendente na sexta.
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