Deixe aqui a sua!

 
 
 
 
 
*Campos obrigatórios.
Seu e-mail não será publicado.

Sua mensagem estará visível após a aprovação.
JERSON BATISTA PEREIRA DE ARAUJO JERSON BATISTA PEREIRA DE ARAUJO enviado em 05/10/2015 as 03:00
Eu nunca imaginei que um setor tão lucrativo como os bancos tivesse um serviço de ponto tão precário quanto o nosso. Ano após ano, alguns gestores “mercenários” (não são daqui, não vieram para ficar, se acham totalmente imunes) contam a mesma história da carochinha: “até o final do ano resolveremos as pendências do ponto”.
Pergunto, os gestores de agência (que tem o CAF garantido) se preocupam se tem funcionários trabalhando além do horário contratual (sem receber horas extras)? Ou se estagiários trabalham com senhas de funcionários? Ou se os caixas não estão descansando 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados (trabalho repetitivo)?
Do outro lado da imoralidade (ou ilegalidade), “gestores alienígenas” (preocupados com virtuais resultados imediatos) estariam preocupados em travar terminais de funcionários que extrapolam suas jornadas gratuitamente? Ou com estagiários, que mesmo ganhando 10 vezes menos, ainda trabalham mais que a média dos funcionários (estagiário não é funcionário)?
Cadê o exemplo dos bancos públicos? Entre mais de uma centena de instituições financeiras, somos os únicos tratados como “bancários de segunda categoria”. Eles acreditam que basta “ameaçar a fechar a empresa” que voltaremos correndo para nossas estações de trabalho... Fazer o quê? Greve neles!!
Please wait...