Semana passada os funcionários de minha agência assinaram uma ordem de serviço para realizarem o curso de ética da empresa.
Eu pergunto, que falso moralismo é este? Que respaldo moral tem esta empresa campeã em ações trabalhistas, gerida por gestores “de fora” que irresponsavelmente buscam lucros a qualquer custo (deixando milionários passivos trabalhistas para seus sucessores), que ignoram as competências (preferem indicar gestores sem selecionar com igualdade de condições),...
Pergunto-me, não seria mais indicado obrigar os gestores da empresa a lerem o referido manual? Talvez colocassem a mão na consciência e não assinavam atos irresponsáveis como o “BS nº 60”, onde os gestores da empresa tentaram economizar com PDV e permitiram que os gestores das agências brincassem de “big-brother”, perseguindo aposentados e sindicalistas de forma gratuita.
De todos os bancos que operam no Brasil, somente este não demonstra preocupação em ser honesto (agir com ética) com os seus funcionários, o sistema de ponto continua sem travar ao final da jornada, e continua permitindo a abertura em vários terminais com o mesmo usuário (permitindo que estagiários executem a “atividade fim” dos funcionários).
Acredito que os gestores deveriam ocupar o seu tempo com problemas relevantes, como a falta de funcionários para trabalhar nas renovações de credito do PLANAF (como em Cruzeiro do Sul).
Eu pergunto, que falso moralismo é este? Que respaldo moral tem esta empresa campeã em ações trabalhistas, gerida por gestores “de fora” que irresponsavelmente buscam lucros a qualquer custo (deixando milionários passivos trabalhistas para seus sucessores), que ignoram as competências (preferem indicar gestores sem selecionar com igualdade de condições),...
Pergunto-me, não seria mais indicado obrigar os gestores da empresa a lerem o referido manual? Talvez colocassem a mão na consciência e não assinavam atos irresponsáveis como o “BS nº 60”, onde os gestores da empresa tentaram economizar com PDV e permitiram que os gestores das agências brincassem de “big-brother”, perseguindo aposentados e sindicalistas de forma gratuita.
De todos os bancos que operam no Brasil, somente este não demonstra preocupação em ser honesto (agir com ética) com os seus funcionários, o sistema de ponto continua sem travar ao final da jornada, e continua permitindo a abertura em vários terminais com o mesmo usuário (permitindo que estagiários executem a “atividade fim” dos funcionários).
Acredito que os gestores deveriam ocupar o seu tempo com problemas relevantes, como a falta de funcionários para trabalhar nas renovações de credito do PLANAF (como em Cruzeiro do Sul).
