As agências é quem carregam esse fardo (e que fardo), que é a matriz, nas costas. Aqui na matriz, pelo menos que eu saiba, não se bate meta de PLR, não (respondendo a Leiltora). Não é justo, com certeza, as agências se esmerando, sendo pressionadas para bater metas, e a matriz só esbanjando, só esperando o resultado do esforço das agências para poder usufruir do resultado obtido preponderantemente pelo esforço das agências. A verdade, que dói e ninguém quer admitir, é que o modelo de gestão da matriz e todo o seu arcabouço de funcionamento está ultrapassado, não há mais espaço em pleno século XXI para um banco pesado, burocrático, moroso e com uma grande quantidade de empregados que poderiam ser muito bem descartados sem que isso trouxesse nenhum prejuízo para a normal continuidade dos serviços na matriz. Enquanto isso, fala-se na chegada de um novo presidente para o Banco da Amazônia. Alguém saberia informar quais são as ideias, os planos, que o futuro presidente gostaria de implementar na instituição para tirá-la do fim da fila dentre os bancos federais ? É aguardar para mais tarde se constatar. Vamos aguardar a gestão do próximo presidente do Banco da Amazônia e torcer para que ele realmente faça uma administração profissional, ágil, moderna e competente para tirar o banco da Amazônia do fim da fila entre os bancos nacionais em termos de lucratividade.
