Diante das crescentes metas exponenciais e dos reduzidos recursos humanos, alguns gestores se esquecem da nossa responsabilidade social com os pequenos produtores rurais da Amazônia. Diante os burocráticos processos internos, se prioriza as operações que representam um maior percentual nas metas da agência (ex: cada PLANAF-A equivale a vários PLANAFs- B).
Constantemente sou abordado por produtores rurais de sete municípios (atendidos pela agência) que solicitam informação sobre o fim do bloqueio da agência (e reinicio das renovações de crédito). Informo que o bloqueio é temporário, mas na verdade observo o índice de inadimplência “VIRTUALMENTE DISPARAR” (tendo em vista que neste cálculo a constante soma de operações vencidas é dividida pelo decrescente total financiado).
Resumindo, quando “deliberadamente” deixamos de renovar os financiamentos de pontuais clientes do PLANAF B, acabamos provocando o aumentando do índice de inadimplência desta linha de crédito, o que poderia justificar a sua suspensão permanente.
Então eu pergunto, para que o banco vai às audiências públicas defender um monopólio de um serviço que não pretende atender em sua totalidade?
Seria justo abusarmos deste monopólio, negando a renovação de crédito a milhares de famílias, porque achamos que estes clientes são quase “insignificantes” no cumprimento de nossas metas?
Constantemente sou abordado por produtores rurais de sete municípios (atendidos pela agência) que solicitam informação sobre o fim do bloqueio da agência (e reinicio das renovações de crédito). Informo que o bloqueio é temporário, mas na verdade observo o índice de inadimplência “VIRTUALMENTE DISPARAR” (tendo em vista que neste cálculo a constante soma de operações vencidas é dividida pelo decrescente total financiado).
Resumindo, quando “deliberadamente” deixamos de renovar os financiamentos de pontuais clientes do PLANAF B, acabamos provocando o aumentando do índice de inadimplência desta linha de crédito, o que poderia justificar a sua suspensão permanente.
Então eu pergunto, para que o banco vai às audiências públicas defender um monopólio de um serviço que não pretende atender em sua totalidade?
Seria justo abusarmos deste monopólio, negando a renovação de crédito a milhares de famílias, porque achamos que estes clientes são quase “insignificantes” no cumprimento de nossas metas?
