Ao “AFerreira”
“quem não está satisfeito que saia do banco”... O Banco é da Amazônia, não pertence a nenhum “lambe botas” ou “sanguessuga” do governo. Tem ridículo que não manda nem na sua vida (capacho não tem opinião) e ainda quer dar palpites na vida alheia!
“Vá para o mercado de trabalho para ver o que acontece”... Não compare concursados qualificados com principiantes que nunca conseguiram provar sua capacidade em um concurso, não compare o incomparável.
“lá o que se exige é produtividade e lucro”... Se não sabes, só no ano passado nosso resultado operacional teve um aumento superior a 70%. Se a lucratividade não foi maior, devemos ao fato que parte dos nossos gestores “não veste a blusa do banco”; alguns são de outras instituições, e não querem aumentar a capilaridade, pois não querem gerar concorrência para suas empresas de origem. Até quando o quadro engessado das agências vai acompanhar o crescimento do Brasil?
Acredito que “gestores da casa” seriam mais comprometidos com o banco, buscariam maior capilaridade, equilibrando a quantidade de funcionários nas agências com a quantidade nas superintendências e Matriz.
A maior capilaridade representa um aumento na base da pirâmide funcional, tornando a matriz mais leve, permitindo reduzir o nosso spread bancário. Até quando o balanço de nossa empresa vai depender das renegociações determinadas pelo governo federal?
Jerson B
“quem não está satisfeito que saia do banco”... O Banco é da Amazônia, não pertence a nenhum “lambe botas” ou “sanguessuga” do governo. Tem ridículo que não manda nem na sua vida (capacho não tem opinião) e ainda quer dar palpites na vida alheia!
“Vá para o mercado de trabalho para ver o que acontece”... Não compare concursados qualificados com principiantes que nunca conseguiram provar sua capacidade em um concurso, não compare o incomparável.
“lá o que se exige é produtividade e lucro”... Se não sabes, só no ano passado nosso resultado operacional teve um aumento superior a 70%. Se a lucratividade não foi maior, devemos ao fato que parte dos nossos gestores “não veste a blusa do banco”; alguns são de outras instituições, e não querem aumentar a capilaridade, pois não querem gerar concorrência para suas empresas de origem. Até quando o quadro engessado das agências vai acompanhar o crescimento do Brasil?
Acredito que “gestores da casa” seriam mais comprometidos com o banco, buscariam maior capilaridade, equilibrando a quantidade de funcionários nas agências com a quantidade nas superintendências e Matriz.
A maior capilaridade representa um aumento na base da pirâmide funcional, tornando a matriz mais leve, permitindo reduzir o nosso spread bancário. Até quando o balanço de nossa empresa vai depender das renegociações determinadas pelo governo federal?
Jerson B
