Não tenho nada a comemorar, não fui à festa do Banco (eu nunca fui mesmo a nenhuma festa), estranho saber que a Política do “Pão e Circo” ainda é valida até hoje. Sim perdemos (afinal PCS, reajuste da CASF e CAPAF ainda continuam sem solução), mas quem disse que perder é ruim, é na derrota em que mais aprendemos, e aprendemos muito:
- O Sindicato dos Bancários do Pará é pelego, na era LuLA e Pós-Lula (todos sabíamos), mas agora está escancarado, visto que este sindicato já indicava aceitarmos a 1º proposta do Banco (8%);
- Precisamos de força política atuante, visto que Senador da republica e deputado ficar só na esquina gritando não serve para nada, temos que ter pessoas (Políticos) que abram as portas e os canais de negociação efetivamente não importa que partido (visto que o PT já viu né);
- Não existe desculpa de DEST, este ser está morto e sepultado não tem a menor importância em nossa negociação e não pode ser utilizado como engodo;
- Mesa Única nunca mais, apenas nos ferramos e sozinho somos mais fortes e temos voz e combatitividade. Nem que seja judicialmente a decisão.
- Busca de outros Sindicatos para agregar na luta (SENGE e outros) por exemplo, pode ajudar muito na próxima campanha multiplicando orçamento e pessoas para o período de greve.
- O Sindicato dos Bancários do Pará é pelego, na era LuLA e Pós-Lula (todos sabíamos), mas agora está escancarado, visto que este sindicato já indicava aceitarmos a 1º proposta do Banco (8%);
- Precisamos de força política atuante, visto que Senador da republica e deputado ficar só na esquina gritando não serve para nada, temos que ter pessoas (Políticos) que abram as portas e os canais de negociação efetivamente não importa que partido (visto que o PT já viu né);
- Não existe desculpa de DEST, este ser está morto e sepultado não tem a menor importância em nossa negociação e não pode ser utilizado como engodo;
- Mesa Única nunca mais, apenas nos ferramos e sozinho somos mais fortes e temos voz e combatitividade. Nem que seja judicialmente a decisão.
- Busca de outros Sindicatos para agregar na luta (SENGE e outros) por exemplo, pode ajudar muito na próxima campanha multiplicando orçamento e pessoas para o período de greve.
