O ratio vultus animi est (O discurso é o rosto da alma)
Causa espanto este cidadão sendo diretor da AEBA e fazer apologia da violência. Ou será que nem ele sabe o que escreve ? O que deu para se inferir, de mais um de seus obscuros textos, é que ele está pregando a violência quando diz que "até agora ainda não pegamos em armas e tomamos de assalto o prédio do BASA". Pelo que este cidadão diz, eles só seriam corajosos se tomassem de assalto o prédio do Banco da Amazônia de armas em punho. Isso é grave e ao mesmo tempo triste. Pessoas com esse tipo de comportamento, com esse tipo de desequilíbrio emocional não deveriam estar fazendo parte da direção de nenhuma corporação que preze pela razão, pela serenidade, pela civilidade, pela observância dos valores democráticos. Temos que repreender veementemente esse tipo de apologia da violência, haja vista que, no mundo civilizado, não deve haver espaço para pensamento tão truculento.
É por essas e outras que o problema das postagens nesse site não está em se identificar o autor das mesmas, mas sim no conteúdo que elas trazem em seu bojo, pois como se percebe no triste texto do diretor da AEBA, aqueles que se identificam nas postagens são capazes de produzir coisas bem mais abomináveis em seus textos do que aqueles que preferem o anonimato.
Causa espanto este cidadão sendo diretor da AEBA e fazer apologia da violência. Ou será que nem ele sabe o que escreve ? O que deu para se inferir, de mais um de seus obscuros textos, é que ele está pregando a violência quando diz que "até agora ainda não pegamos em armas e tomamos de assalto o prédio do BASA". Pelo que este cidadão diz, eles só seriam corajosos se tomassem de assalto o prédio do Banco da Amazônia de armas em punho. Isso é grave e ao mesmo tempo triste. Pessoas com esse tipo de comportamento, com esse tipo de desequilíbrio emocional não deveriam estar fazendo parte da direção de nenhuma corporação que preze pela razão, pela serenidade, pela civilidade, pela observância dos valores democráticos. Temos que repreender veementemente esse tipo de apologia da violência, haja vista que, no mundo civilizado, não deve haver espaço para pensamento tão truculento.
É por essas e outras que o problema das postagens nesse site não está em se identificar o autor das mesmas, mas sim no conteúdo que elas trazem em seu bojo, pois como se percebe no triste texto do diretor da AEBA, aqueles que se identificam nas postagens são capazes de produzir coisas bem mais abomináveis em seus textos do que aqueles que preferem o anonimato.
