Primeiro:
Nunca deveria ser uma ou várias entidades que "proibissem" pessoas de entrar no Banco, mas sim a maioria da categoria sobre uma pequena minoria. Repito: é a maioria da categoria que deve proibir a minoria. Essa é uma visão oportunista daqueles que não tem coragem de grevar e mostrar a cara, que esperam a "muleta" do piquete para se justificarem para os seus chefes.
Segundo:
É a assembléia do SEEB que decide se a greve continua, se ela se radicaliza, se ela retira os obstáculos de entrada ou se ela acaba. As entidades, com o valioso papel da AEBA,"forçaram a barra" para radicalizar e sair uma negociação que fosse do tamanho da força do movimento.
Terceiro:
A meu ver, pela correlação de forças, não conseguiremos muito mais que isso. Não podemos trocar nossa vontade pela realidade, já nos dizia o velho Lênin. Com uma greve onde devemos fechar as portas para os outros se justificarem, onde logo logo perderá forças, acho melhor sair com essas vitórias e, não trnasformar uma pequena mas importante vitória, na desmobilização da categoria.
Nunca deveria ser uma ou várias entidades que "proibissem" pessoas de entrar no Banco, mas sim a maioria da categoria sobre uma pequena minoria. Repito: é a maioria da categoria que deve proibir a minoria. Essa é uma visão oportunista daqueles que não tem coragem de grevar e mostrar a cara, que esperam a "muleta" do piquete para se justificarem para os seus chefes.
Segundo:
É a assembléia do SEEB que decide se a greve continua, se ela se radicaliza, se ela retira os obstáculos de entrada ou se ela acaba. As entidades, com o valioso papel da AEBA,"forçaram a barra" para radicalizar e sair uma negociação que fosse do tamanho da força do movimento.
Terceiro:
A meu ver, pela correlação de forças, não conseguiremos muito mais que isso. Não podemos trocar nossa vontade pela realidade, já nos dizia o velho Lênin. Com uma greve onde devemos fechar as portas para os outros se justificarem, onde logo logo perderá forças, acho melhor sair com essas vitórias e, não trnasformar uma pequena mas importante vitória, na desmobilização da categoria.
