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RAIMUNDO NONATO COSTA RAIMUNDO NONATO COSTA enviado em 16/10/2014 as 03:00
Provocado por alguém cuja personalidade admite se esconder no anonimato, respondo: ilustríssimo senhor anônimo, em tudo o que me propus fazer, quer no banco, quer fora dele, sempre o fiz com seriedade, e, com isso, objetivando sempre o bem feito. Quer no Amazonas, quer no Pará, ou no Maranhão. Para seu conhecimento, senhor anônimo, recusei convocação – sim! esse foi o termo usado pelo meu superior, à época – para exercer a função de Gerente Geral de Agência. Outro não foi o motivo senão o da escolha. Escolha da liberdade e da não escravização. Isso, ilustre anônimo, não me impediu de empreender lutas dignas em favor da criação da Casf/Coramazon e Aeba. Luta vitoriosa pela garantia dos direitos de aposentados, pensionistas e vinculados à Capaf. Vigorosa luta pela modernização, capitalização, ampliação e, principalmente, pelo fortalecimento e pela perenidade do Banco da Amazônia. Lutas empreendidas ao lado de colegas como Roberto d’Ávila, Saulo, Alberto Puty, Madison Paz, Mílton Cordeiro, Alexandre Pacheco, Nonato Costa, Waltinho, José Sales, Agildo Monteiro, Wálter Siroteau, Sílvio Kanner, citando apenas alguns. Veja, ilustre anônimo, lutas dessas naturezas e envergaduras estão situadas antagonicamente aos papeis ora desenvolvidos por gerente executivo, superintendente, diretor e presidente, cuja cega obediência às políticas de governo ataca, na tentativa de inviabilizar. Por tudo isso, ilustre anônimo, vivo e desfruto hoje a tranquilidade do dever cumprido de modo ético e moral. Plenamente cidadão, portanto. E você?
Cordialmente,
Raimundo Nonato Costa
Mat. 202-0
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