Armínio Fraga sobre bancos públicos: "Não sei bem o que vai sobrar"
Brasil 247
Nomeado ministro da Fazenda por Aécio Neves, caso o tucano seja eleito presidente, ex-presidente do Banco Central defende "correção de rumo" na área dos bancos públicos no Brasil; "Não estou advogando aqui fechar o BNDES", ressalta ele; "Mas não sei muito bem o que vai sobrar no final da linha, talvez não muito"; segundo Armínio Fraga, modelo com três grandes públicos brasileiros, BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica, "não é favorável ao crescimento"
Brasil 247
Já nomeado ministro da Fazenda em um eventual governo de Aécio Neves (PSDB), Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, defende a redução do papel dos bancos públicos na economia brasileira. Em um áudio divulgado pelo blog O Cafezinho, ele chega a dizer que não sabe bem "o que vai sobrar no final da linha, talvez não muito".
No trecho da apresentação, Armínio afirma que o modelo brasileiro formado por "três grandes bancos públicos em atuação", BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, "não é um modelo favorável ao crescimento, ao desenvolvimento" do País. "Sabemos, da nossa própria história e da história universal dos bancos públicos", justifica.
Leia abaixo o post do Cafezinho e ouça o áudio:
Armínio Fraga defende redução dos bancos públicos
Por Miguel do Rosário
Tem apenas 1 minuto.
Escute o áudio de Armínio Fraga, já "nomeado" por Aécio Neves como seu eventual ministro da Fazenda, defendendo redução do papel dos bancos públicos. Ao final, uma frase com reverberações sinistras: "não sei bem o que vai sobrar ao final da linha, talvez não muito".
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Nomeado ministro da Fazenda por Aécio Neves, caso o tucano seja eleito presidente, ex-presidente do Banco Central defende "correção de rumo" na área dos bancos públicos no Brasil; "Não estou advogando aqui fechar o BNDES", ressalta ele; "Mas não sei muito bem o que vai sobrar no final da linha, talvez não muito"; segundo Armínio Fraga, modelo com três grandes públicos brasileiros, BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica, "não é favorável ao crescimento"
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Já nomeado ministro da Fazenda em um eventual governo de Aécio Neves (PSDB), Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, defende a redução do papel dos bancos públicos na economia brasileira. Em um áudio divulgado pelo blog O Cafezinho, ele chega a dizer que não sabe bem "o que vai sobrar no final da linha, talvez não muito".
No trecho da apresentação, Armínio afirma que o modelo brasileiro formado por "três grandes bancos públicos em atuação", BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, "não é um modelo favorável ao crescimento, ao desenvolvimento" do País. "Sabemos, da nossa própria história e da história universal dos bancos públicos", justifica.
Leia abaixo o post do Cafezinho e ouça o áudio:
Armínio Fraga defende redução dos bancos públicos
Por Miguel do Rosário
Tem apenas 1 minuto.
Escute o áudio de Armínio Fraga, já "nomeado" por Aécio Neves como seu eventual ministro da Fazenda, defendendo redução do papel dos bancos públicos. Ao final, uma frase com reverberações sinistras: "não sei bem o que vai sobrar ao final da linha, talvez não muito".
